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~~ Pokémon: The mystery of Lake Guardians ~~

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Última edição por Sebastian Herondale em 14/6/2013, 13:43, editado 5 vez(es)

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~ Prólogo ~
The journey of universe pokémon is beginning now.
Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…

Pokémon Filme 8

Diz a lenda de que os pokémons e tudo o que existe foi criado a partir de um ovo no caos, do qual nasceu Arceus, que criou Dialga, Palkia - Tempo e Espaço - e Giratina, do qual foi banido para outra dimensão pelo seu comportamento agressivo. Durante a criação, Arceus deu vida a novos 3 pokémon: Azelf, Uxie e Mesprit, que significam respectivamente conhecimento, força de vontade e emoção.
Eles mergulharam para o fundo do Lake Valor, Lake Acuity e Lake Verity.


Mas... pense bem... É verdade? Todas estas lendas sobre Sinnoh ser a primeira região pokémon, sobre Arceus, Dialga, Palkia, Giratina, Azelf, Uxie e Mesprit? Esperamos que sim, certo? Mas enquanto não sabemos a resposta lemos a mais nova fanfic do Pokémon Wannabe: Pokémon!

The mystery of Lake Guardians relata a história de Rafael, que junto de seus amigos desvenda os mistérios do mundo pokémon. Será que conseguirão? Conseguirão realizar seus sonhos de se tornarem grandes treinadores, grandes coordenadores? Apenas acompanhe a jornada e todas suas perguntas se revelarão.
flarnius



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~ O Egg Pokémon ~
The journey of universe pokémon is beginning now.
Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…

Pokémon Filme 8

Seria um dia tão normal quanto qualquer outro, mas não. Era hoje, finalmente. Não era um dia especial; era o meu aniversário, aliás, isso era o de menos. Hoje era o dia em que finalmente completava meus catorze anos, ou seja, de acordo com meus pais poderia pegar um Pokémon inicial e iniciar minha jornada... Áh, minha jornada... Sonho com isso desde pequeno. Dou um pulo super animado da cama e paro exatamente em cima dos meus chinelos. Os calço melhor, vou ao banheiro, escovo os dentes, faço as necessidades e então vou para a cozinha, onde meus pais estariam, ou eram para estar.

Não havia ninguém lá, mas o café da manhã estava servido, como sempre. Acho isso estranho, pois não havia nenhum sinal de que eles estivessem ali. Talvez estivessem no ginásio, onde minha mãe, Gardênia, era a líder haviam vários anos. Meu pai, James conheceu minha mãe quando ele entregou seu Cacnea para ela treinar. Ele era de uma equipe vilã no mundo Pokémon, aliás, ainda é, mas o coitado é inofensivo e já não faz missões nem nada, mas guarda uma foto de recordação. As vezes uma mulher com cabelos vermelhos magenta vêm visitá-lo, assim como um Meowth falante, o que acho muito estranho.

Vou até o ginásio e lá estão, todos cuidando dos pokémons de grama. Existem muitos Pokémon em nossa casa, ou devo dizer mansão? Sim, era linda. Cor bege com aberturas de madeira recém pintadas e um aroma ótimo de flores graças aos pokémons do ginásio. Minha mãe tinha os cabelos castanhos, mas por baixo eram pretos, totalmente naturais. Ela sempre usava uma roupa verde, e tinha delírios por "monstrinhos" do tipo planta, literalmente. Meu pai era animado e brincalhão, com cabelos azuis também naturais.

- Aí está você, Rafael! – diz Gardênia com um lindo sorriso convidativo – Parabéns, meu filho! – Ela me abraça com um certo orgulho. Depois dos parabéns dela viro-me para meu pai, que me congratula e diz que tem uma surpresa para mim.

Uma surpresa? O que será? Uma carona até Sandgem não é, já que pedi e exigi que me deixassem por conta própria para eu me aventurar pelo mundo Pokémon. Fico curioso, claro, mas não demonstro, aliás era meu aniversário, eu tinha de aproveitar. Iria sair de casa ainda hoje, depois do almoço, chegando mais ou menos amanhã de manhã na cidade onde o professor Rowan mora. Alguns dizem que ele está muito velho, o que é a triste realidade, mas outra realidade é que ele ainda tem seus truques, é muito esperto quando o assunto é Pokémon.

Eles queriam que eu recebesse a surpresa pouco antes de sair de casa, e eu rapidamente aceito, com minha curiosidade cada vez maior. Meus presentes eram o que seriam um conjunto de roupas para minha jornada. Acredite, havia de tudo. Desde roupas de frio até roupas para nadar em um lago. Sim, eles são meio exagerados, mas adorei o presente, e seria muito útil. Também ganhei uma mochila, com cinco pokébolas dentro, e de acordo com todos, ganharia mais cinco quando pegasse o inicial, totalizando assim dez pokébolas, mais do que o suficiente para mim.

Depois de tudo isso ligo meu computador e vou direto para o Pokémensenger, onde conversaria com meus amigos. A pessoa com que mais gosto de conversar é Laryssa, que, aliás, é a única. A menina mora na região de Kanto, mais especificamente em Vermilion, mas isso não nos impedia graças a uma coisa mágica chamada internet. Ela é legal e extrovertida, mesmo apenas pelo computador. Tinha apenas dois anos a mais que eu e sua situação não ia nada bem. Seus pais não paravam de brigar e não a deixavam sair em uma jornada Pokémon sozinha, mesmo ela sendo uma ótima treinadora. Faz um tempo que convidei-a para seguir comigo, e seus pais deixaram já que conheciam minha mãe por ser líder do ginásio da cidade de Eterna.

Laryssa chegaria mais ou menos daqui a duas semanas, tempo suficiente para eu ir e voltar já com alguns pokémons e talvez algumas insígnias e fitas. Aliás, ainda estava em dúvida sobre o que ser. Treinador ou Coordenador? Há mais treinadores no mundo, e eles realmente são mais fortes, mas Coordenadores são mais espertos, geralmente. Não sei onde me encaixo. Talvez nos dois? Espero que isso não seja de mais, mas é a única solução que eu vejo.

Programei minha ida faz tempo. Quando eu era menor meus pais me ensinaram o caminho para eu poder saber como ir e voltar sem problemas e isso eu aprendi bem, mas o problema não era esse, e sim os pokémons selvagens que habitavam as áreas por onde eu passaria. As rotas não eram problemas. O pior era a floresta de Eterna. Cheia e vasta de pokémons fortes, fracos, grandes, pequenos, enfim, de todos os tipos. Não sei se conseguiria passar por tudo sozinho, mas espero que sim.

Combino as últimas coisas com Lary, apelido que dei a ela. Estava tudo certo. Quando eu voltasse para Eterna ela estaria a minha espera, ou vice-versa. Me empolgo bastante já que não seguirei minha jornada sozinho. Deve ser bom ter alguém por perto. Sim, deve mesmo. Tiro essa conclusão porque odeio ficar sozinho, bem, as vezes é bom, mas uma companhia para você poder contar, para você desabafar quando está triste ou perdeu uma batalha importante.

Bem, olho no relógio digital do computador e já é quase meio-dia. Como já disse depois do almoço eu partiria e iria dormir em Jubilife. Isso era segundo os planos, mas que eu tinha que chegar lá até o entardecer, ou se não ficaria preso na floresta junto aos pokémons selvagens e isso não seria nada bom, nada bom mesmo.

Almoço. Escovo os dentes e pego minha mochila preparada com as roupas que quase nem pesavam nada, cinco pokébolas, escovas e pastas de dentes, enfim, tudo que precisaria para minha jornada pelo continente de Sinnoh. Bem, agora fugindo do assunto... Existem lendas, que todos nós habitantes de Sinnoh acreditamos, em que o mundo foi criado aqui a partir de um ovo no caos, do qual nasceu Arceus, que criou os pokémons e tudo o que existe. Não conheço a lenda direito, só me explicaram-na correndo, mas algum dia irei aprendê-la de qualquer forma.

Já havia quase esquecido da surpresa... Mas afinal, o que seria? Quando vou me despedir vejo que minha mãe, Gardênia, está escondendo algo de porte médio em suas costas. Não dá pra ver direito, mas sei que é branco. Seria um Pokémon? Não, ele não se mexia. Bem, tento não olhar muito para o objeto, mas é impossível até que minha mãe se rende e o mostra dizendo:

- Bem, não sabemos ao certo qual Pokémon sairá, mas Rafa... Você merece esse egg!

Abraço os dois, minha mãe e meu pai ao mesmo tempo e quase derrubo o egg Pokémon no chão, só não derrubei porque meu pai o pegou no último segundo e disse para mim ter cuidado. Observo o egg. Ele era todo branco, com exceções das marcas triangulares de cores azul e vermelho neles. Resolvo levar o ovo na minha mão, apenas para ter o prazer de dizer que ele é meu e nem a Enfermeira Joy cuidará dele, e sim eu.

- Meu Arceus, é um egg! - acho que eu já disse coisas mais inteligentes na vida, mas tudo bem.

Enfim, me despeço de meus pais, seguro forte o egg para não deixar caí-lo e tentar aquecê-lo o máximo que posso, e então vou indo na direção da Floresta de Eterna, ciente dos riscos, principalmente agora que tenho que cuidar de um ovo Pokémon.
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~ Os Pokémons Iniciais ~
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Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…

Pokémon Filme 8

Os cinco primeiros passos foram bem, mas a partir do sexto comecei a ouvir passos, ruídos por todos os lados. Apresso um pouco e eles não param, mas ficam mais distantes e eu escuto alguns novos, mas nem comparados aos que deixei para trás. Segurava o egg bem forte, mas cuidando para não ser de mais, já que poderia quebrá-lo sem querer. Olho para o chão vendo se não tem nenhum lugar para eu tropeçar, olho para os lados cuidando os pokémons. Nada ameaçador por enquanto. Estou indo bem.

Claro, não estou nem na metade, mas esse Sol está realmente me incomodando. Nunca tive problema, mesmo minha pele sendo pálida. Ele estava me queimando, chegava a doer um pouco e acho que não era esse tipo de aquecimento que meu ovo Pokémon gostaria. Paro em uma árvore e me sento entre suas raízes, na sombra. Deveria ter sido mais discreto. Deixo a mochila e o ovo a meu lado e dou um pulo para trás, fazendo a arvore balançar.

Estou tão cansado que nem noto o ninho de Starlys em cima de mim, e os faço balançar com o impacto que dou na árvore, e é aí que olho para cima. Um monte bem grande feito tudo de palha entre os galhos abriga cinco Starly pequenos e uma Staravia grande e agora furiosa. A Staravia, que suponho ser a mãe da ninhada desce do ninho e para na minha frente, olhando com muita fúria para mim. Ela queria batalhar comigo para me tirar dali, mas eu não tinha Pokémons. Pego o ovo e a mochila e saio correndo, com aquela Pokémon selvagem voando igual louca atrás de mim.

Sério, eu devo ter corrido no mínimo a metade da floresta de Eterna até aquela Staravia parar de me seguir. Estou totalmente exausto , então repito o processo de antes, colocando a mochila e o ovo, que por acaso cuidei bem durante a corrida, ao meu lado, enquanto eu me sento entre as raízes e fecho os olhos por dois segundos, os abrindo depois e vendo como estou cansado, realmente. Uso todas minhas forças para subir na árvore e então a vejo. Jubilife. Está mais bonita desde a última vez que vim aqui, mas a poluição aumentou também. Sim, lá em Eterna somos todos ambientalistas, então Jubilife é um tabu para nós.

Desço da árvore e descanso um pouco agora que já estou perto. Ainda não escureceu, e de acordo com meu Pokétch eram quatro horas da tarde. Caminhei por três e corri por uma, e essa uma hora rendeu o dobro das três. O que correr de um Pokémon não faz.

Chego em Jubilife e vou direto para o Centro Pokémon, onde já havia reservado um quarto para dormir. Chegando lá ele estava vazio, a não ser por um menino que parecia inseguro. Era um pouco menor que eu e tinha cabelos pretos e uma roupa um tanto que social; camisa branca, gravata azul e olhos que ainda não distingui a cor.

E atrás do balcão havia uma Chansey e a Enfermeira Joy. Se você ainda não sabe, todas as Joy são iguais em todas as cidades. Elas são médicas, só que de Pokémon. Entrego meu egg para ela avaliar, desfazendo minha promessa de apenas eu cuidar dele. A mulher o avalia e então fala:

- Ele está muito bem, mas tente não correr com ele. – o menino que estava no canto vem em nossa direção para ver o egg.

- Isso é um egg Pokémon, certo? – sua voz soava humilde, porém sofrida – Sempre quis ter um Pokémon, aliás, amanhã terei. Vou para Sandgem assim que amanhecer pegar meu inicial.

- Sério? – me empolgo de mais, eu também iria! Espero que ele não escolha um Piplup, porque isso não seria agradável, mas voltando, nós poderíamos ir juntos, seria melhor e mais legal. Me identifiquei com ele – Podemos ir juntos, também estou indo para lá. – sugiro.

Vejo um pequeno brilho em seus olhos e noto que ele gostou da ideia mesmo sem ainda não ter dito nada. Tenho a linda habilidade de conhecer as expressões das pessoas, o que é muito bom. Ele responde empolgado:

- Claro! – ele dá uma pausa confuso – Mas qual é o seu nome?

- Rafael Locateli, e o seu? – digo animado. Fiz um amigo no meu primeiro dia de jornada. Nós poderíamos seguir viagem juntos, capturar pokémons juntos, ir para Eterna, recebermos a Laryssa e nós três seguirmos a jornada, juntos.

- Ryan. Não tenho orgulho do meu sobrenome, mas é Ryan Montanher. – eu já ouvi esse nome antes... Deixa eu ver... Claro! O dono da fábrica mais conhecida de Jubilife. Odiamos este sobrenome em Eterna, mas o menino parecia não gostar disso. Não vou julgá-lo por causa de seu pai...

Conversamos mais um pouco sobre os Pokémons iniciais. Eu me alivio, e vejo que ele também. Ryan gostaria de um Turtwig do tipo Grama e eu um Piplup, do tipo água. Logo já anoitece e vamos para nossos respectivos quartos. Eu peguei o 14 e ele o 13, os outros estavam ocupados. Joy nos disse que na primeira hora da manhã nos acordaria, pois ainda tínhamos que ir até Sandgem, que era pertinho, mas mesmo assim precisávamos termos cuidado com os selvagens.

O egg ficou com a Enfermeira Joy até voltarmos, ou seja, iríamos para Sandgem, e depois voltaríamos para Jubilife de qualquer jeito e pegaríamos meu ovo Pokémon. Gostei da ideia, pois no Centro Pokémon há máquinas que podem fazê-lo nascer mais rápido e aparelhagens que o podem manter saudável.

Arrumo superficialmente minha mochila antes de ir deitar e a coloco em uma cadeira que havia no quarto. Tranco a porta e vou deitar em uma cama de molas muito macia, e o travesseiro sem comentários de tão bom. Tenho sonhos comigo e com Piplup viajando pelo mundo. Isso me conforta, andando por aí com Piplup, e então aparecem Ryan e Laryssa nos sonhos. Será que seriam isso? Nós três? Possivelmente.


Acordo com a batida da Enfermeira Joy na porta e em seguida sua doce voz:

- O menino já está pronto, Rafael, ele está a sua espera. – e então ela sai. Levanto com um pulo, escovo os dentes, abro a porta, entrego as chaves para a Joy e me certifico de que o Egg ficará bem.

Ryan e eu não conversamos muito em Jubilife, mas quando fomos para as rotas que nos levariam a Sandgem conversamos sobre minha família. Contei a ele tudo que sabia sobre minha mãe e meu pai, o que eles faziam no passado e o que fazem agora. Depois voltamos a falar dos iniciais, e em menos de duas horas estamos em Sandgem.

Realmente era muito menor do que Eterna e Jubilife. Era uma cidade estranha, e mesmo assim demoramos a encontrar o laboratório. Ele era grande e parecia velho, assim como o professor mas dois Smeargle estavam fazendo uma pintura nele no momento em que entramos, e em minha opinião, estava ficando bem bonito.

Somos recepcionados por alguns pesquisadores, que por sinal nos recebem muito bem e então vamos em direção a uma sala com uma porta grande, grande mesmo. Será que era lá que o Professor Rowan estaria e eu finalmente poderia pegar meu Pokémon inicial? Espero que sim.

Abrimos a porta e lá estavam todos. Parecia que eu estava em um sonho novamente, mas não, era real. O professor Rowan dá um sorriso e pega três pokébolas, das quais eu sei os pokémons que estão dentro delas: Turtwig, Chimchar e Piplup...

- Sejam bem-vindos, garotos! – ele tosse e continua – Quais são seus nomes?

- Sou Rafael Locateli – digo com um leve sorriso. Ele deve saber que eu estava vindo, minha mãe avisou.

- Ryan... Montanher – diz meu companheiro com desgosto.

- Espere! - gritou uma menina que vinha correndo em nossa direção, ou melhor, na direção do professor. - Desculpem-me, atrasei. Me chamo Victória Nunes.

- Muito bem, muito bem... - diz o professor.

Analiso a menina fisicamente. Possuía olhos de cor caramelo, quase laranjas, tão brilhantes quanto seus cabelos loiro-sóis que caíam perfeitamente sobre seus ombros de moça. Ela vestia um vestido colado de coloração amarela também, que reluziam em seu cabelo e até faziam os olhos doerem. A roupa realçava os seios, que não eram pequenos e estava com uma expressão confusa no rosto enquanto olhava ora para Ryan ora para eu.

- Áh, bem... Qual Pokémon vocês irão querer? Turtwig, Chimchar ou Piplup? – ele pergunta, quebrando o silêncio, com um sorriso formado. Deve ser muito bom ver esperança nos novos treinadores e ver orgulho nos velhos. Este homem tem tanta história quanto qualquer outro.

- Quero um Turtwig – diz Ryan e assim ele recebe a pokébola do respectivo Pokémon.

Ainda restavam Chimchar e Piplup. Embora que eu já havia me decidido faz anos, fico olhando para ambos. O Pokémon de fogo parecia implorar para que eu o escolhesse, enquanto o de água parecia não estar nem aí. Quase me apaixono pelo modo daquele Piplup, mas antes que diga que o quero, a menina interrompe aos berros:

- Chimchar! Eu quero o Chimchar!

Por um momento pensei que ela escolheria meu precioso pokémon pinguim, mas não. Digo tão rapidamente quanto um raio antes que chegue alguém e o peça:

- O Piplup, por favor. - falo com esperança.

Não presto atenção em mais nada que o professor diz, só fico admirando meu Pokémon... Meu primeiro Pokémon. Estou orgulhoso de mim. Antes de sair ambos recebemos uma pokédex, que nos ajudaria a conhecer os monstrinhos e seus ataques. A minha era verde com preto, a de Ryan azul com preto e a de Victória vermelha com preto. Também recebemos cinco pokébolas como eu já havia imaginado, e então guardo as minhas no mesmo local da mochila em que guardei as outras.

Ryan segue para o lado contrário meu após que saímos do laboratório para conhecer seu Pokémon e faço o mesmo com o meu. Tiro Piplup da pokébola dizendo: “Piplup, eu escolho você!”. É uma frase tão boa de dizer. Estou muito, muito feliz. Compro comida Pokémon para ele e então vamos conversar perto de uma fonte.

- Ei, Piplup... Você quer ser meu amigo? – digo abrindo um sorriso e vendo a expressão dele. Foi mais ou menos um “PiPiPlup”, o que pela minha dedução significa “Conquiste minha amizade”. Sabia que seria difícil me tornar amigo dele por sua personalidade, mas era isso que eu mais gostava nele, porque... A minha era igual.
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~ A Rainha Branca e

o Rei Preto ... Parte 1 ~
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Pokémon Filme 8

Não será fácil conquistar a amizade de Piplup, mas isso não quer dizer que desistirei. Dentro colocá-lo dentro da pokébola, mas vejo uma relutância quanto a isso em relação ao pokémon, então, para agradá-lo, decido que ele pode ficar ora no meu ombro, ora caminhando. Procuro por Ryan e seu Turtwig, mas o que encontro é... Interessante.

A menina que pegou o Chimchar estava conversando com outra, essa era mais alta e parecia mais velha, porém muito bonita. Seus cabelos eram rosas, atados com uma fita vermelha. Suas vestes, ao contrário das de Victória eram muito complexas, incapazes de descrever. Usava uma capa preta com detalhes dourados sobre seu vestido vermelho e rosa. Havia um pokémon ao lado da garota, do qual nunca havia visto em minha vida. A ponto a pokédex para a pequena pokémon e peço informações:

- Smoochum

Smoochum, o Pokémon beijo. A forma pré-evoluída do Jynx . Este Pokémon índole possui doces lábios sensíveis, que usa para explorar e examinar com.

Noto que a menina dos cabelos rosas nota-me observando-as e cutuca Victória, que vira-se para trás e dá um largo sorriso, me chamando até elas. Guardo a pokédex, retribuo o sorriso e vou em passos lentos na direção das duas garotas supostamente treinadoras de pokémon.

- Bruna, quero lhe apresentar Rafael, um menino que estava escolhendo o seu inicial quando escolhi o meu. - ela dá uma pausa - E Rafael, esta é Bruna, minha amiga de infância.

- Prazer. - digo estendendo a mão. Não sei se a menina é tímida ou não, mas sinto um ar superior vindo dela, algo como se, ambos, Victória e eu, fossemos inferiores a ela.

- O prazer é todo meu. - diz Bruna apertando minha mão. Seu toque era quente, até mesmo confortável.

Conversamos por um longo período de tempo. Descobri que Bruna ganhou sua Smoochum aos 10 anos e não saiu em jornada até que os pais de Victória deixassem a mesma partir em uma jornada. Vick(apelido que dei a ela) e eu temos a mesma idade, 14, já a de cabelos rosas possui 15.

Quase cansado de tanto conversar, vejo Ryan e o chamo para o "grupinho". Apresentei meu novo amigo para minhas novas amigas. Acho que Bruna não gostou muito dele, pois disse que iria ao Centro Pokémon, e demoraria para voltar. De súbito ficamos naquele silêncio chato, não conversamos nada e o pior... A cidade era muito quieta, o que piorava a situação. Quem "quebra" o constrangimento de todos é Ryan:

- Quem sabe, enquanto Bruna está fora, não vamos conhecer o Lake Verity? Sempre quis ir lá, as lendas sobre o pokémon Mesprit são muito interessantes...

Concordamos e fomos até o ponto turístico com uma guia não-empregada, Victória, que já deve ter estado mais de mil vezes no local, porque morava muito mais próximo que nós. Caminhamos apenas com o barulho dos três iniciais conversando; viraram muito amigos um do outro. O menos entrosado nas conversas era Piplup por próprio isolamento. As vezes nem eu o entendo, mas tento.

Chegando lá vimos o paraíso. A água daquele lago... Meu Arceus! Era tão limpa quanto uma gota pura de chuva. A grama tão verdinha quanto a de Eterna, e olha que nós valorizamos isso. O azul transparente misturado com o verde chamativo davam a impressão de que o local era um santuário da natureza. Uma energia boa fluía do local; arbustos estavam por toda a parte e árvores de todos os tipos e tamanhos.

Ryan e eu admiramos de boca aberta o espetáculo de lugar enquanto Vick nos diz pequenas coisas a respeito da lenda de Mesprit, mas nada que não sabemos. Não deixo de escutar um barulho constante e irritante vindo do norte, mas olho para o céu e apenas vejo a forma de uma grama nas nuvens. Deixo o barulho de lado e aproveito a visão.

Piplup, Turtwig e Chimchar estavam meio que brigando e faziam mais barulho que uma manada de Phanpys, fazendo-me esquecer dos ruídos que escutei pouco tempo atrás. Caminhamos por tudo o que deu, e notei uma expressão de intriga na face de Victória e em seguida na de Ryan.

- Vocês estão ouvindo... algo? - pergunta a única menina no grupo.

- Sim, mas ignorei o barulho quando os pokémons começaram a brigar... O que será que é? Está cada vez mais alto!

Estou começando a ficar assustado. Vejo que os outros dois colocaram seus pokémons na pokébola e me mandam fazer o mesmo, mas como sei que Piplup não gostaria apenas o pego no colo e o aconselho ficar quieto. Acho que até ele ficou com medo, pois não deu um "pi", literalmente.

- Acho melhor nos escondermos, não há mais tempo para fugir! - diz Ryan e é o que fizemos. Nos empoleiramos no primeiro arbusto que vimos e ficamos quietos, cada vez ouvindo o tal barulho, agora totalmente audível sobre nós, acima de nós. Era um barulho de motor, talvez de um avião, porém o céu estava limpinho limpinho...

De repente, como se fosse mágica, uma nave totalmente preta, com exceção dos vidros(escurecidos) e... duas letras "G" visíveis. Nós três ficamos paralisados, não tenho certeza nem se respiramos, mas nossos olhos estavam funcionando muito bem. A tal nave pousa no chão, antes limpo, agora com uma cor mais amarelada graças a energia ruim que o "veículo" trazia. Uma porta se abre e vimos pouco por dentro, duas figuras altas tapavam o resto, porém podíamos ver apenas a silhueta das duas pessoas.

Uma era uma mulher, provavelmente loira e extremamente bela usando vestes brancas; a outra era um homem de cabelos pretos, com face e roupas não visíveis, por enquanto.

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~ A Rainha Branca e

o Rei Preto ... Parte 2 ~
Something inside the hearts of these people changed.
Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…

Pokémon Filme 8

As luzes que provinham de dentro da nave iam cessando aos poucos, revelando lentamente mais que apenas a sombra e a silhueta do suposto casal. A mulher, como havíamos deduzido possuía reluzentes cabelos loiros. Suas vestes eram brancas com pequenos detalhes dourados e usava um véu com as mesmas características; até parecia que era noiva de algum casamento. Seus olhos eram verdes que davam para ver de longe, até mesmo da distância em que estávamos, e sua face era comparada à de um anjo. Com uma bota azul e outra branca continuava sendo a diva do pedaço. Era uma rainha; uma Rainha Branca.

Já o homem era mais alto e sua face... Bom, não podemos descrevê-la totalmente, já que o mesmo usava uma máscara totalmente branca com apenas um detalhe púrpuro do lado direito, principalmente ao redor dos olhos pretos, assim como seus cabelos e todas as vestes. Se a menina fosse a rainha, este seria o rei; um Rei Preto.

Dão uma leve cochichada entre si e olham a linda paisagem - agora nem tão linda quanto antes, mas não quer dizer que estava feia. Os olhos da garota vibram e brilham ao mesmo tempo. Uma coisa está mudando-a por dentro capaz de notar-se por fora. Reparo mais na face dela. Com certeza é uma adulta, porém não aparenta ser; o mesmo vale para o garoto.

- É aqui, eu sinto. - diz a mulher. Sua voz era rígida e séria, porém ao mesmo tempo era algo natural e doce, algo sedutor.

Após isso, o "Rei" sussurra algo no ouvido de sua "Rainha". Obviamente ficamos todos na curiosidade; o que seria tão importante para falar-se baixo num lugar onde supostamente não há ninguém? A não ser que...

- Fomos descobertos, eu acho. - sussurra Ryan. Eu iria dizer isso agora...

- Também. - diz ela quase se atirando por Ryan, que fica meio sem jeito com a situação.

Faço um sinal para todos se calarem e voltamos a prestar atenção no casal. Eles ainda observam a paisagem, então dou mais uma olhada na nave preta. O que me intrigava era aquele "G" marcado. O que significava? Existem muitas coisas com a letra g, tais como: garoto, geleia, gelo, geladeira, gato, gota, grama, goma, galácia... Ei, espere!

Lembro das histórias que meu pai me contou quando se aventurou pela região de Sinnoh. Ele(membro da antiga Equipe Rocket) possuía inimigos da equipe que atuava por aqui, a Equipe Galática. Eles adotaram como símbolo um G, idêntico a esta marca na nave. Seriam eles?

A nova equipe de Sinnoh, que ressurgiu das cinzas. É um tanto quanto interessante, e as naves se encaixam muito bem nas descrições do meu "anfitrião". Isso faz-me pensar no porquê deles voltarem à ativa e qual seus objetivos a serem tratados.

- Acho que está tudo pronto; vimos o local. Pronto para partir, Void-sama? - pergunta a loira.

- Claro, Alice-sama. - o homem possuía uma voz rouca, porém tão chamativa que pararíamos o que estamos fazendo para ouvi-lo. Ele deve ser daqueles em que acreditamos em tudo o que fala. Um passo para trás é dado, e como se o moço de codinome Void lembrasse-se de algo para de repente e vejo através da máscara sua boca se abrir - Podem sair, crianças. E espero, de coração, que o mundo inteiro saiba que Nós, a nova geração da Equipe Galática estamos de volta!

Como poderíamos resistir a um pedido como esses? Logo após a nave decolar fomos correndo para Sandgem procurar a primeira Policial Jenny que vimos. Foi um árduo caminho e quase ficamos sem fôlego, mas não desistimos. Por sorte o posto de polícia ficava logo na entrada mais próxima a nós.

- Policial, Policial Jenny! Precisamos te contar o que vimos! - digo arfando.

- Conte-me o motivo de tanta euforia, queridos jovens. - diz a moça.

- A terrível Equipe Galática de antigamente está de volta! - dou uma pausa para respirar - Com "novas direções", claro... Uma mulher loira e um homem que usa uma máscara.

Moral da história: fomos tachados como crianças infames e mentirosas. Odeio ficar como mentiroso na história... Todos ficamos decepcionados com a lei de hoje em dia. Eu não queria ficar mais naquela cidade, quero voltar logo para casa e desafiar minha mãe em uma partida pokémon, e se for bom o bastante... ganhar.

Ajudamos Victória a encontrar Bruna e nos despedimos até... Enfim, até algum dia, já que não sei se tomaríamos o mesmo caminho. Parece que as meninas querem ficar mais um pouco na cidade.

- Bem... Então, até qualquer dia, meninos!

- Até. - diz Ryan com desdém.

E... partimos. Saímos da cidade de Sandgem em direção à tão famosas Jubilife, onde estivemos a pouco tempo. Logo, logo anoiteceria, então temos de apressar o passo. Já são mais ou menos uma cinco horas e trinta minutos depois de mais da metade caminhada de nossa trajetória. Através da copa das árvores é possível ver o topo das inúmeras indústrias da cidade grande.

Como na ida, não falamos muito. Apenas falo com Piplup as vezes para quebrar o silêncio. Ele insistia que era por outro caminho, mas estávamos no certo. Feri o orgulho dele.

O som do nada estava começando a ficar constrangedor, quando de repente... Um menino pula dos arbustos mais próximos e com um olhar desafiador fala em minha direção:

- Desafio você e seu Piplup em uma batalha pokémon!
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~ Ganhar ou Perder? ~
A battle, many feelings.
Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…

Pokémon Filme 8

O som do nada estava começando a ficar constrangedor, quando de repente... Um menino pula dos arbustos mais próximos e com um olhar desafiador fala em minha direção:

- Desafio você e seu Piplup em uma batalha pokémon!

Eu ainda não pensei muito, mas... Esta seria minha primeira batalha, e isso decidiria muita coisa. Principalmente se eu ganhar ou perder... Isso irá decidir meu futuro como treinador e/ou coordenador. Não penso duas vezes antes de aceitar, e tenho certeza que Piplup também não. Decidimos na hora.

- Uma batalha, hein? É claro que queremos, certo Piplup?! - olho com um ar de afirmação em mim e sou respondido por PiPiPlupPi, que, segundo minha dedução quer dizer: "Vamos ganhar!"

- Antes de começarmos, qual é seu nome, jovem treinador? - diz o menino de cabelos vermelhos, do qual desconhecia o nome por enquanto.

- Me chamo Rafael, e você? - tenho a resposta. O menino chama-se Yago. Com certeza é mais velho que eu, porém nada mais que dois anos.

- Ninguém perguntou, mas sou Ryan... - ele dá uma pausa - Se quiserem, posso ser o juiz da partida de vocês.

Acho que Yago nem prestou atenção, mas sei que ouviu o comentário do mais novo. Imagino quais pokémons e o tipo de cada um. Ele deve ser mais forte que eu, óbvio, porém desistir é algo que desconheço nestas circunstancias. Se é batalha que ele quer é batalha que teremos!

- É com você, Piplup! - digo mandando-o para o centro do "campo de batalha", que era um vale. Ryan se posiciona no meio também, mas toma uma distância segura...

- Aproveite Deino, essa é sua primeira batalha! - diz meu oponente, tirando uma pokébola de seu cinto de acessórios e jogando-a no centro do campo de batalha. Dela sai um pokémon nunca visto antes por mim. Pego a pokédex e aponto para o novo monstrinho:

- Deino

Deino, o Pokémon irado. Deino nunca pára de morder qualquer coisa, o que torna perigoso de se aproximar sem tomar precauções.

- Bom, acho que vamos começar... Piplup, use o Growl!

Assim, meu pokémon emite um pequeno ruído que, querendo ou não, faz o "inimigo" contorcer-se, mostrando que o movimento funcionou e que seu ataque diminui. Eles não atacam como deveriam, porém não vejo isso como covardia e sim como uma vantagem... Ordeno para que use Pound e assim, Piplup vai na direção do outro...

- Desvie na última hora e ainda no pulo use o Tackle.

Piplup estava na frente de seu alvo, quando o mesmo pega um impulso com seus pés para pular e ainda no ar gira seu corpo na direção do pokémon pinguim e aproveita o impulso tomado para acertar-lhe uma investida na barriga dele. Piplup só não sofreu mais danos por causa do seu movimento anterior de diminuir o ataque do outro.

- Bom, já que não deu muito certo... Pound novamente!

Assim, o pokémon aquático vai na direção do dragão com sua mão preparada. Yago ordena que ele repetisse os mesmos movimentos, mas mal sabe ele que Piplup tem uma nova "estratégia quanto a isso. Finge dar um tapa em Deino, que pula e já se prepara para o Tackle, porém ele não esperava a reação do pinguim. Aproveitando o "balanço" do tapa errado, ele dá um giro completo assim como um salto e pega Deino no ar, dando um tapa em sua cara. Seu oponente cai no chão, tendo um impacto maior.

- Levante-se e vá na direção dele com o Tackle

Deino vem, furioso na direção de Piplup, que não tem como revidar. Fico quase em estado de choque, pois o oponente já estava vindo com outro Tackle na direção do pinguim, que levantava-se com dificuldades de seu tombo. Ele estava tão perto que pensei que fosse acertar Piplup, mas uma coisa inesperada acontece. Meu pokémon começa a girar e em seguida bolhas límpidas saem de seu bico, acertando Deino.


- Isso, você aprendeu o Bubble! Certo, agora use o Bubble de novo!

Piplup vai correndo com suas pequenas patas na direção de Deino enquanto prepara seu ataque de bolhas para deixar o inimigo, que estava cansado da batalha(assim como o pinguim) fora de combate. O que nem eu muito menos Piplup contávamos era o que viria a seguir...

- Pensei que não fosse preciso, mas... Dragon Rage


Ao comando de seu treinador, Deino inclina-se para trás e abre bem sua boca, que logo sai um raio de coloração azulada na direção do meu pokémon. As bolhas, lançadas a pouco tempo na direção do oponente foram todas estouradas e como Piplup ainda corria, o dano levado pelo rugido foi ainda maior que o deixou fora de combate na mesma hora.

- Bem... Parece que o vencedor é Yago...

Sem pensar, pego sua pokébola e o coloco dentro para termos uma caminhada melhor para Jubilife. Fico meio arrasado porque perdi minha primeira batalha pokémon, mas contra este com que batalhei... Conseguirei eu, algum dia, ganhar deste... monstro?!

- Foi uma boa partida, mas está óbvio a diferença de níveis entre nós. Sempre estarei por aí, quando ficar mais porte pode ter certeza que batalharemos - o viajante faz uma pausa, e em seguida continua - Então, até!

Quando o garoto sai continuamos nossa viagem para Jubilife, agora com o passo mais rápido para chegarmos logo no Centro Pokémon, onde iremos ficar por uma ou duas noites, até meu egg chocar...

Sem demoras chegamos, já noite, no CP e entrego meu Piplup aos cuidados da Enfermeira Joy, que de cara nos reconhece e arruma um quarto para cada. Durmo, porém tenho pesadelos de não conseguir nem uma única insígnia e/ou fita em toda a minha vida. Além de ter visto Void e Alice, líderes da Galática, em todos eles.
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~ Será ela saudável? ~
A Togepi egg is about to be born ... Exciting, no?

Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…
 

Pokémon Filme 8

A rotina seguiu corriqueira no primeiro dia, apenas conhecemos(no caso, eu conheci, Ryan morava ali desde que nasceu) pontos turísticos novos, como por exemplo a estação de televisão. Passei o dia a brincar com Piplup e em seguida ele desiste de mim e vai com o Turtwig do meu parceiro de viagem.
 
Ficamos Ryan e eu debatendo sobre onde será nosso próximo ponto pata a jornada:
 
- Acho que devemos ir para Oreburgh, já que lá tem o primeiro ginásio. - comenta o outro menino.
 
- Ou para Floaroma, soube que lá terá um Contest Pokémon ainda nesta semanda... Eu não posso perder!

E ficamos assim, não sabíamos para onde ir. Ficou uma situação muito chata, já que cada um queria ir para um lugar diferente, mas mesmo assim eu achei muito injusto da parte dele. Um ginásio nunca fecha, porém é difícil pegar o Contest aberto para inscrições...

Enfim, decidimos não tocar mais no assunto pelo resto do dia. Apenas ficamos observando os dois pokémons a brincar e rolar na grama amarelada de Jubilife... Saudades de Eterna, com o verde que tanto agrada aos meus olhos azulados...

Já noite, voltamos para o movimentado Centro Pokémon, onde noa alojamos em quartos diferentes. Durmo inquieto e me acordo às 3:00 da manhã escutando um barulho muito estranho vindo de fora do local onde estou. Fico morrendo de medo, pois sempre nos contamos que as 3 da madrugada é a hora do Darkrai e se acordássemos essa hora ele viria nos pegar...

Me encolho entre as cobertas e o barulho não para, parecia muito o choro de um pokémon ou a fala de um, como Dark...Darkraaaaaaai! Abro os olhos graças ao susto que dei em mim mesmo. Estava tudo escuro, porta fechada e tudo o mais... Apalpo o abajur até encontrar onde liga e faço este ato. Clareia um pouco, o suficiente para eu descobrir onde fica a luz do quarto e também acendê-la.

Estava tudo tão normal que me questionei se não era meu subconsciente pregando uma peça em mim, mas não. Eu escutava o ruído perfeitamente, agora que estou mais "acordado". De súbito noto algo semelhante à alguém que deu de cara na porta do meu quarto, mas era algo pequeno, talvez um pokémon. Dou um pulo e fico com mais medo ainda. Tenho certeza de que é Darkrai vindo me buscar...

- Alguém está aí? - pergunto, aflito.

- PiPiPi... - diz a voz estranha.

É uma voz amigável, mas como nunca descobri como é a do pokémon que estou com medo, acho melhor ainda não contar com nenhuma vantagem. Abro a porta e de súbito vejo uma coisinha pequenininha e bem branca dobrando o corredor.

Fico em dúvida se é um espírito, mas acredito que seja mais um pokémon. Acordo Piplup para me ajudar nesta temível busca ao "desconhecido" e junto levo minha pokédex para caso ser algum pokémon super raro e...

Me deparo com a coisa mais fofa e assustada do mundo. Com plena certeza não é um Darkrai, mas pode ser tão poderoso quanto, ou não, né, o que é mais provável. Curioso com a criatura que está em minha frente a observo melhor antes de acionar a pokédex. O pokémon possuía formas geométricas triangulares em algo que parece a casca de um ovo, das cores azul e vermelho, assim como meu egg. Aponto a pokédex para o monstrinho:

- Togepi

Togepi, o Ovo Pokémon. Ele apresenta uma baixa tolerância para a fome. Ele é capaz de comunicar esta condição em uma forma muito eficaz . Impressa com a primeira imagem que vê depois de chocar, pensando que esta é sua mãe.

- Togepi é seu nome, certo? - pergunto com um sorriso

Ele dá um sorriso gigante e responde com um ar doce... Toge, Toge!  Acredito que isso tenha sido um sim, e aliás, acho que sou a primeira pessoa que ele vê, então... Eu sou a "mamãe" do Togepi? Espero que seja o papai, no caso, né?

Sei que ele pula em meus braços. Fizemos tanto barulho em tão pouco tempo que a enfermeira Joy acorda e vem ver o que está acontecendo no corredor à essa hora da noite:

- O que está havendo aí fora?! - diz a Enfermeira com apenas um pijama.

- Encontrei esse pokémon vagando. De quem será? - pergunto, quase preocupado...

- Ora, pelo que me parece, é seu! - fico meio chocado, óbvio, mas no fundo sabia que era ele - Togepi é o pokémon que nasceu de seu egg, parabéns, treinador! - diz a Joy com orgulho.

Ela me manda dormir e pegar uma pokébola para "guardar" Togepi antes que ele se machuque. Amanhã será necessário que ela dê uma olhada para ver se sua saúde está boa, e neste mesmo dia iremos partir... Para Oreburgh, onde ganharei minha primeira insígnia!
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Re: ~~ Pokémon: The mystery of Lake Guardians ~~

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