Pokémon Wannabe
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Dєνіl Mαу Cяу - Tнє bєgіηηіηg

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O início de tudo, um tempo atrasado, uma era
perdida e solitária, vagando em um paradoxo dimensional que nunca foi
revelado, porém o selo foi rompido e és o momento em que as trevas
ermigirão, revelando a verdade... Em breve seu "eu lirico" desfrutará de
uma saga repleta de enigmas e mistérios que desvenderá a verdade do
passado de muitos personagens, uma história que se passa anteriormente a
"Saga das Cinco Torres". Apenas lembre-se... Demônios podem chorar.


Personagens:

Idade: 25
História: Em breve.


Idade: 19
História: Em breve.


Idade: 15
História: Em breve.


Idade: 16
História: Em breve.


Última edição por - Sakata Dante em 8/4/2013, 01:54, editado 2 vez(es)

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Mission 01: The Beginning

Introdução
Demônios podem chorar? Uma lágrima, que pode mudar a verdade que
conhecemos sobre as sombrias criaturas infernais. Sim podemos chorar...
Chorar por não ter tido a oportunidade de vingar uma justa causa,
enquanto viviamos como meros e fracos humanos.
Ó Sparda. Espadachim
Infernal, Senhor das Regentes Terras que cobrem o vasto abismo infernal.
Derrame suas lágrimas de sangue sobre a humanidade, mergulhando-a no
caos de sentimentos e vinganças tardadas... Tu que amastes uma filha de
Eva, por desilusão, condenado a morte justa, entretanto seu sangue à
lavar as terras infernais, assim como suas lágrimas afundam o mundo em
caos, não saceiam a sede da discórdia e da traição. Portanto suas
criagens pagaram o acordo, conforme entalhado na Cruz Invertida de
Beelzebub, Rei das Moscas. Decreto então... Que o destino seja traçado!

Mission 01:
Dante estava estirado em seu sofá de couro bordô, havia uma revista repousada em sua face, resumindo que então estava cochilando. Plaat limpava o salão, com rodopios como uma valsa, cantarolando uma serena música de bailes. O som do esfregão limpando as rústicas ripas de carvalho, xiava de uma forma ritimica. Havia uma misteriosa capa de violão ao canto do salão que inquietava os sentidos de Plaat, a mesma então caminhou até a capa, e a apanhou delicadamente, carregando-a para o outro lado do salão, onde já havia deixado seu rastro de senso higiênico. Pousou a mesma no assoalho brilhante, e deu as costas para limpar onde havia pegado a capa. Caminhou brevemente, e pode-se ouvir um som de deslize, logo um estrondo acordou Dante de seu cochilo. O mesmo tirou a revista da cara, e a jogou na mesa de centro, levantou-se em seguida de forma brusca e retrucou:

-Hey, Plaat. Oque pensa que está fazendo uma hora dessas. - Disse Dante de forma retórica.

-Estou limpando seu lixo. E não me venha com "uma hora dessas", são apenas nove da manhã! .

Dante não disse nada, como pouco importa-se. Caminhou estalando suas botas no assoalho, e abaixou-se erguendo a capa de violão, abriu levemente o ziper e verificou o suposto instrumento, fechou-o certificando-se de seu estado de qualidade.

-Você é alguém com virtude de uma grande sorte. Caso contrário, teria de limpar dez salões desse para pagar a divida.

-Mas limpar dez salões custaria minha vida! . - Disse Plaat indignada.

-Justamente. Agora termine de limpar. Pagarei pra você dez sorvetes.

-HAI-desu! A-a-ahh! Dez sorvetes! . - Plaat saiu rodopiando e limpando.

-Ótimo, agora posso voltar a- . - Plaat interrompe Dante.

-Hey, Dante. Isso não é um de seus truques baratos, e no fim terei que vencer você em uma partida de poker, pra conseguir os dez sorvetes como na ultima vez.

-Garanto que não. Você tem sorte até em jogos de azar. - Disse Dante, deitando em seu sofá novamente.

-Meu Full House de Ás e Reis, foi apenas uma estratégia bem pensada. - Debochou.

A conversa foi interrompida quando o sinaleiro da porta agita-se anunciando a chegada de algum cliente, a porta abriu-se simultaneamente, podendo-se ver uma jovem garota de cabelos rosas. Entrou desfilando se sentido a única dama no salão, sua saia sacudia levemente, suas botas estalavam fazendo a madeira ranger. Em suas costas havia uma bazooka modelo Kalina Amm, algo poderoso para quem soubesse usar. Então, pousou a mesma ao lado da porta, e prosseguiu pelo salão.

-Ohayo Lucy-san! Como vai? . - Adintou-se Plaat em cumprimento à sua amiga.

-Ohayooo-o-o-o PLAAT-CHAN! . - Disse Lucy animada. - Espero que esteja pronta para nossa partida de bilhar.

-Treinei a semana inteira com o Dante-san! . - Entusiasmada falou Plaat.

-Yo. - Comprimentou Dante de forma fria.

-Animo? Nunca ouvi falar dessa palavra. - Debochou Lucy.

-Se veio para encher o saco, vá embora, ou me pague uma pizza.

-Se não quer dinheiro, apenas cale-se e durma. Tenho um desafio de bilhar com a Lucky-Plaat.

-Desde quando recebo apelidos tão modestos, em relação à minhas virtudes.

-Plaat, deixe o desafio pra depois. Sirva um chá para minha adorada aprendiz. - Disse Dante, fazendo pouco caso.

-Ah! Já estava na hora.

-Eu não sou uma empregada! Eu nem recebo por limpar seu lixo.

-Pense nos dez sorvetes, podem ser de uma só vez em um mega-sundae.

Plaat fez certo bico de manha, e adentrou em uma pequena cozinha da loja.

-E então. Oque quer? Se não for trabalho, sua aula só é na sexta, estamos na quarta! .

-Vejo que logo pela manhã está em pé de guerra com a Plaat. Seja mais gentil, ou você vai acabar morando em um lixão dentro de uma loja.

-Apenas deixe de enrolação, e fale logo.

-Enfim tenho um trabalho pra você! .

Lucy enfiou a mão no bolso da saia e tirou uma foto, entregando em seguida para Dante, que fitou-a serenamente.



Plaat retornou da cozinha, com uma bandeja em mãos, sobre a mesma havia uma lata de cerveja, dois pares de xícara e um bule. Colocou sobre a mesa a bandeja, e lançou à Dante a lata, que apanhou sem mesmo olhar. Serviu em uma das xícaras, chá Earl Gray e entregou a Lucy que experimentou suavemente, serviu um pouco a sí, e aquietou-se no sofá esperando o afim da conversa.

-Este garoto corre perigo. Ele possuí um dom divino, que liga os mundos. Caso seja pego por demônios, o inferno virá à terra. - Disse Lucy em tom preocupante.

-Então o problema são demônios... .

-Não! São Baratas e Formigas de Marte! Esta loja é especializada em dedetização. O "Devil" do letreiro na varanda, se refere ao quão demoníacos podem ser esses insetos! .

-A única barata que vou dedetizar vai ser você... . - Disse Dante aterrorizando a garota.

-G-G-Gomen'nasai! . - Disse Lucy, pasmada.

-Quanto vão me pagar? .

-Um milhão de euros. Em notas novas... .

-Tudo isso só pra assegurar a vida de um garotinho? Até um Sundae de Morango pagaria isso. - Debochou Dante.

Plaat interrompeu a conversa, pondo bruscamente a xícara na mesa. Pigarreou, e começou a falar:

-Se eu fosse você, não me precipitaria. Sei que você não um humano normal, Dante-san. Mas não duvide de tudo. No caso, como aconteceu em nossa partida de poker.

-Plaat está certa. Tenha cuidado Dante, a segurança que evitará o caos descender a humanidade, dependerá desse garoto.

Lucy enfiou a mão no bolso de sua saia, e tirou algo como uma passagem e entregou a Dante.

-Muito bem, seu destino é Napoles, ao sul do país. O trem sairá em vinte minutos, te levarei até a estação. Plaat-chan, quando eu voltar cuidaremos da nossa partida.

-Tudo bem. Estarei esperando, para te derrotar! . - Disse Plaat, enchendo-se de orgulho.

Dante apanhou a capa de violão recostada à parede e jogou-a sobre suas costas. Caminhou pelo salão silenciosamente, e abriu a porta.

-Plaat, com o dinheiro que eu receber pagarei seu mega-sundae. - Disse à Plaat. - Então... Vamos indo... . - Disse chamando Lucy para partir.

Lucy correu delicadamente até a porta e rodopiou ao chegar nela.

-Ikimasu-u-u-u! . - Gritou Lucy entusiamada.

Lucy apanhou a sua Kalina Amm Bazooka ao lado da porta, e saiu a frente de Dante. Dante educadamente acenou para Plaat, que localizava-se ao lado do sofá. Desceu as escadas lentamente, enquanto o resto de porta se fechava sozinho, apagando aos poucos a imagem de Plaat acenando até fechar-se.
Plaat caiu sentada no sofá, suspirando em seguida. Olhou para a mesa dele, onde havia caixas de pizza e latas de cerveja.

-Esse Dante... . - Disse Plaat arregaçando as mangas.

Levantou-se bufando e caminhou até a mesa de Dante... .

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Mission 02: The Guardian of Worlds

A história até o momento...
Na loja Devil May Cry situada na Cidade de Limbo, a inesperada visita da Aprendiz de Devil Hunter, Lucy, obriga a Dante rumar a Nápoles ao sul da Itália, em uma misteriosa missão de guarda-costas, no intuito de assegurar a vida de um jovem que guarda em sua alma o poder de invocar Temen-Ni-Gru, a torre espiritual que possui a conexão entre os mundos...

Mission 02:
O trem cruzava a colina ao pé da montanha, a brisa pairava no ar com um cheiro de mar, era notável perceber que Nápoles uma cidade portuária, então estava próxima. Dante estava sentado no bar do trem saboreando seu amado Sundae de Morango, a colher deslizava pelo fim da taça, na tentativa de recolher o resto da calda de caramelo. Desistiu, então empurrando a taça para o barman.

-Me traga outra taça, por favor. - Solicitou ao barman.

O barman se virou pra preparar o pedido. Dante olhou em seu relógio, vendo que estava perto do meio-dia. Girou o banco, voltando-se para as janelas, e avistou o vasto mar e a Cidade de Nápoles adormecida sobre a praia. O porto guardava navios e barcos, as gaivotas voavam pelo céu azul, assim como o sol brilhava ao alto do azul anil. O trem adentrou no túnel, fazendo toda aquela paisagem desaparecer na escuridão. O trem sacudiu levemente.

-Hare hare... Os problemas já começaram? . - Disse Dante entediado.

As luzes do trem piscaram algumas vezes, a porta do fim do bar abriu-se lentamente. Dante repousou a mão dentro de seu sobre-tudo, algo rastejou-se para dentro do vagão e levantou-se debatendo-se. Era um horrendo demônio sem face e com sus mandíbula em seu estomago apodrecido. O sangue escorria pelos dentes, assim como alguns dedos humanos podiam ser vistos deslizando pelo sangue. Dante então sacou dos coldres uma de suas pistolas: Ebony. Uma pistola ágil, equipada de um modo repetição, capaz de disparar três projeteis em apenas um tiro. Apontou a mesma ao demônio, que correu cambaleando à Dante. Sem demandas, o Devil Hunter disparou apenas uma vez, e três balas cruzaram o ar, logo atravessando o demônio, que tombou para trás desaparecendo em uma negra névoa.

-Hey, barman você não- . - Interrompeu-se o dialogo.

Uma faca feita de ossos pousou sobre o pescoço de Dante. O barman havia revelado sua verdadeira face, seu olhos brilhantes fitavam o Devil Hunter em um tom de ameaça.



-E meu Sundae vai ficar na ilusão mesmo? Droga... . - Resmungou.

Dante ergueu os braços rendendo-se. Porém, estalou os dedos e sua capa de violão, ao canto do vagão remexeu-se violentamente e o couro rasgou-se na horizontal, assim uma espada demoníaca cortou o ar em 360º, partindo o demônio ao meio. O trem saiu do túnel, revelando o bar sujo de sangue por todas as paredes. Não demorou-se muito e um funcionário entrou apressado.

-Meu Deus! Oquê houve aqui? . - Questionou.

Dante levantou-se e caminhou até o funcionário, com a espada e pistolas e mãos. E com um sorriso disse:

-O liquidificador explodiu e toda a calda de morango se espalhou, melhor limparem antes que sequem. Culpa do barman que foi ao banheiro e não voltou... .

O Devil Hunter passou pelo funcionário deixando o vagão ensanguentado. Caminhou então pelo corredor e ao fim do mesmo, entrou em sua cabine, sentando-se de qualquer jeito.
Ouviu-se o apito do trem, e a fumaça parou de exalar, um forte rangido incomodou Dante que se contorceu na poltrona, a locomotiva freou bruscamente, provocando um tombo em Dante. Ele levantou-se do chão e olhou pela janela, vendo que faltava pouco para chegar a Nápoles, nada mais que um quilômetro e meio pelos seus cálculos visuais. Porém oque repercutia em sua mente era o motivo de tal parada.

-Era só oque faltava... Aposto que agora ladrões invadiram o trem... .

Ouviu-se ao fim do corredor, próximo ao bar, uma gritaria.

-Ele caminhou para aquela direção! Peguem aquele assassino! .

Dante reconheceu que era sobre sua pessoa que discutiam e guardou a espada em suas costas, assim como prendeu Ebory aos coldres novamente, logo abriu a janela e saltou para fora. Os guardas apareceram na janela em seguida.

-Pare aí mesmo! . - Gritou um dos guardas.

-Sabe eu tenho que chegar em Nápoles. Deixa isso pra outra hora. Então, eu vou indo. - Disse pulando pelo barranco.

Surfando sobre o cascalho, desceu rapidamente a colina em direção ao rio que levava a Napóles.

-Muito bem, se eu caminhar pela borda do rio eu- . - Disse, sendo interrompido.

Dante escorregou para frente, e rolou pelo resto do barranco caindo dentro do rio, não demorou-se muito e boiou com os membros esticados.

-Muito bem, seu eu boiar pelo rio, chegarei em Nápoles... . - Disse em deboche.

Alguns minutos depois... .

Ao gramado da beira do rio, havia um garoto de cabelos azuis que olhava os peixes dançarem pela água. Porém assustou-se, quando Dante descia o rio boiando, então levantou-se assustado.

-HEY! VOCÊ ESTÁ BEM? . - Disse preocupado.

-Já estou em Nápoles pelo menos!?! . - Debochou Dante.

-Sim! Se ficar de bobeira, vai desembocar no mar... A maré está alta tome cuidado. - Disse o garoto acenando com um sorriso bobo.

Dante fitou os olhos no garoto por um tempo, reconhecendo-o logo pela foto que Lucy lhe entregou.

-Hideki Hinata? . - Disse Dante levantando-se, a água havia ficado no limite de sua cintura.

-Como sabe meu nome? - Questionou o garoto.

-Sou o Devil Hunter Dante da Cidade de Limbo. Aceitei o seu pedido de guarda, assim como sei sobre seu dom.

Caminhando até a beira do rio, Dante aproximou-se de Hideki. Emergiu do rio, e sacudiu os brancos cabelos molhados.

-E então... .

-E então oquê? Se aceitou o trabalho... Me proteja! .

-E então quero que me leve até sua casa, preciso me secar.

-Você é meio folgado em Devil Hunter Dante.

-Se quer um trabalho digno, pelo menos me trate bem garoto.

-Certo, certo... Vamos indo.

Hideki levantou-se e subiu o gramado, Dante o seguiu em seguida.

-Pensei que viria de trem.

-É... Aconteceu uns imprevistos. Mas nada para se preocupar. Bem, pelo menos eu acho... .

Hideki e Dante caminharam juntos, desaparecendo gradualmente de acordo que caminhavam além do limite de visão do gramado... .

Enquanto isso na loja Devil May Cry... .

-Bela tacada Plaat-chan! . - Disse Lucy Sorridente.

-Você não viu nada... . - Disse a garota, passando giz na ponta do taco.

Lucy curvou-se sobre a mesa de bilhar e direcionou seu taco à uma bola. Em uma tacada certeira, a bola branca chocou-se à bola que ricocheteou pelos cantos da mesa, e entrou em um buraco.

-Ah, eu vi sim... . - Debochou Lucy.

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Re: Dєνіl Mαу Cяу - Tнє bєgіηηіηg

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