Pokémon Wannabe
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ρυяεяγυdο нειrεтѕυ -

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ρυяεяγυdο нειrεтѕυ -

Postado por - Sakata Dante em 6/12/2012, 21:06

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Pureryudo Heiretsu [Prelúdio Paralelo]

Personagens.:


Idade: Aparenta 25.
História: "Caro leitor, como pode perceber ainda estamos em nosso segundo capitulo, portanto não se sabe muita coisa sobre o passado de de Okami. Portanto apenas informarei oquê foi revelado ao decorrer da história". - Em julho de 2012, um homem misterioso bate à porta da família Hatsune, agora só restando duas irmãs herdeiras, Kamy e Lucy. Este homem é reconhecido como Okami, que após três anos ausentes, o período que já deveria ter se responsabilizado pela família aparece repentinamente, assumindo o sigilo da família. Okami pode ser comparado há alguém que não pode ser humano, pois possui habilidades fora do comum, tantos para batalha como para suas tarefas diárias.





Idade: 16 Anos.
História: Lucy Hatsune pode ser considerada um ser especial, por possuir chifres entre seus cabelos rosados, porém não pode-se concluir se seria um humano ou não. Lucy assim sendo é uma garota tímida de faces angelicais que demonstram explicitamente um temor. O passado de Lucy foi um trauma que será relembrado eternamente em sua vida, perdendo seus pais em um trágico e sangrento acidente. Nos dias atuais Lucy vive escondendo a magoa que ainda existe em suas lembranças com um sorriso otimista que tenta superar oque não pode ser mudado.





Idade: 16 anos.
História: Kamy Hatsune, irmã gêmea de Lucy Hatsune é mais que um rostinho adorável, Kamy aparentemente tem um mistério escondido em seu olhar alegre, assim por sua vez sempre usando um rosário em seu pescoço. Assim como Lucy, o passado de Kamy é traumatizado pela morte de seus pais, porém diferente de Lucy, Kamy superou este acontecimento, pois julga-se uma pessoa no entanto determinada.





Idade: Aparenta 70.
História: Tanaka Daidouji pode-se ser julgado como o governante da mansão da família Hatsune. Assim por sua vez, administrando as finanças da empresa familiar assim como da mansão. Cuidou das irmãs Hatsune durante três anos, este período que Okami esteve ausente em um assunto particular. Tanaka juntou-se à Família Hatsune há 40 anos atrás, quando o avô das irmãs, Sukizo Hatsune ainda administrava as verbas da empresa, desde então tornou-se o leal e confiável conselheiro e governante desta família.


Última edição por - Usui Takumi em 12/12/2012, 13:31, editado 7 vez(es)

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Seu mordomo, defensor.

Introdução.:


Em uma noite fria... .

Tokyo, a grande capital do Império do Sol Nascente, mais conhecido como Japão. Era uma fria e negra noite de inverno na capital, o vento uivava sussurrando um tom de mistério. Uma tempestade de neve cobria a cidade no momento, deixando as ruas desertas com a ausência de trânsito assim como de pedestres. Uma trilha de pegadas estocadas na neve levava a um espectro, aparentemente encapuzado, que caminhava segurando uma mala. Os pequenos flocos de neve pousavam sobre sua adornada cartola, uma fita vermelha laçava o arredor da cartola dando um leve charme ao espectro.
Ao final da rua, um grande casarão antigo adormecia rodeado de um jardim de hortênsias azuis, uma flor bela, porém mortal aos lábios de que a cativam ao olhar. Talvez tivesse remanescido do antigo império, possuía muros altos cobertos por um pequeno telhal de barro. Acima do muro podia-se ver apenas o telhado da residência, assim como a copa de algumas cerejeiras com as ultimas flores do outono que passou. O espectro parou fronte à residência e deixou a mala no chão. Levantou sua mão coberta por uma luva de couro, e apertou o interfone. Uma suave e familiar campainha se ouviu durante um tempo.

Opening.:

Seu mordomo, defensor.:
~> Ouça

O mordomo bate a porta... .

Ficou silêncio durante um tempo, porém logo uma calma voz feminina atendeu o chamado.

-Oque deseja? . – Perguntou a voz.

-Boa noite senhorita, sou o Senhor Okami Michaelis. Enviado da Academia Preparativa de London.

Uma voz ouviu-se ao fundo da chamada, a voz era cansada, porém também feminina.

-Onee-chan, quem é uma hora dessas, volta logo pra cama, está frio... .

-Um momento! Um momento! . – Indagou a garota ao interfone.

-Estou incomodando vindo até sua residência neste horário? Meu voo acabou atrasando devido ao tempo em péssimas condições. Peço desculpas.

-Não é nada. Não podemos culpar o clima por suas atitudes. Um momento irei atendê-lo. – Disse a garota desligando o interfone.

A rua ficou silenciosa, a lua era escondida pelas negras nuvens da noite. Ouviu-se um blindar de chaves atrás do portão, era de se saber que estava à destrancar, devido ao horário, além de que nunca se sabe quando o dia pode ser seguro, ou em questão de minutos sua residência pode ser invadida por ladrões, ainda mais com as ruas de Tokyo desérticas. O portão deslizou e revelou o jovem rosto de uma garota de cabelos longos e rosados, algo incomum seria a presença de duas anomalias em sua cabeça, oque seriam chifres. Sua face era tímida e angelical, sua personalidade de certa forma era a atrapalhada, além do mais estava expressa em sua face amedrontada.



-Entre, por favor... . – Disse a garota dando passagem à Okami.



Okami curvou-se retirando sua cartola em respeito à dama. Logo caminhou pra dentro da residência, parando a porta esperando a garota. A garota fecha o portão lentamente, porém por uma mudança no destino, um inesperado acontece. Uma violentamente mão agarrava o portão impedindo que se fechasse, a garota se assustou e reuniu forças para tentar vencer o sujeito a quem o punho pertencia. Okami observava tudo da varanda sem demonstrar reação, ele havia cometido um erro em não tem ajudado à garota a garantir a segurança da residência no momento em que entrou, porém não demonstrava reação em relação ao que estava acontecendo no momento. O sujeito bruscamente conseguiu abrir o portão, derrubando a garota no chão gélido.


Segurança corrompida... .

-Eu vou brincar um pouco com você, depois saquear sua casa. – Disse em tom arrogante e pervertido.



Okami com um dedo ergueu a ponta da cartola, deixando seus olhos vermelhos à mostra. Ele enfiou a mão em seu casaco e sacou três talheres de platina.

-Perdão caro jovem, mas terei que impedir seus planos pra hoje à noite.

O sujeito parou de tentar agarrar a garota, e olhou seriamente pra mim, como se sentisse ofendido.

-Bah! Quem é você pra impedir algo! . – Disse em tom alto o sujeito.

Okami estende o braço com os talheres entre os vãos de seus dedos, apontando para o sujeito.

-Eu sou Okami Michaelis, treinado pela Academia Preparatório Westminsters de Londres e também... Mordomo da Família Hatsune.

O sujeito riu como se compreendesse tal abordagem como uma piada qualquer. Mas, levou adiante prolongando oque achava uma brincadeira.

-E oque o mordomo irá fazer? Espetar-me com esses talheres? Que inútil. - Indagou o sujeito em tom sarcástico.

Okami violentamente deslizou se braço no ar lançando os talheres como kunais. Os talheres então cortaram o ar violentamente em direção ao sujeito. Na tentativa de aparar os simples utensílios de cozinha, como se não fossem causar ferimento algum no máximo alguns arranhões o sujeito colocou seu braço à frente para defender-se, porém foi seu erro. Simplesmente os talheres invadiram sua carne, cortando-a violentamente. O sangue escorreu por três cortes que os talheres provocaram o sujeito então gritou de dor segurando seu braço que aparentava transmitir uma terrível dor. O sujeito tentava mexer o braço, mas parecia paralisado.

-O que fez maldito! . – Exclamou o sujeito em fúria.

Okami riu sutilmente.



-Revestido com Platina, maciço em Aço Frio. Um simples corte causará uma dor terrível, assim como paralisei seus nervos de comando. – Disse Okami com um sutil sorriso em seu rosto.

Do seu casaco Okami sacou uma faca, do mesmo material que a outra. Ele estendeu-a em direção ao bandido e balbuciou uma palavra em inglês.

-Die... . – Disse deslizando seu braço no ar.

A faca cortou o ar em direção no sujeito, violentamente alojando-se em seu pescoço. Estava frio no momento, então o sangue não foi capaz de jorrar. Okami colocou a mala no chão e caminhou até a garota. Ajudou-a se levantar, em seguida abaixou-se e checou a pulsação do sujeito. Estava morto, então se a polícia descobrisse seria considerado um ato de defesa não um assassinato estranho causado por talheres de cozinha. Okami então apanhou os braços do sujeito.


Ocultando as evidências... .

-Por favor, apanhe as pernas. – Disse Okami à garota.

A garota desajeitada apanhou as pernas do sujeito erguendo-o junto à Okami. Os dois caminharam até o lado de fora da residência carregando o corpo, e o lançaram na sarjeta sem preocupações. A garota desconfiada arriscou.

-Não seria preocupante abandona-lo aqui? Alguém pode desconfiar... . – Disse ela com medo.

-Não se preocupe, a nevasca cobrirá em breve. – Disse Okami sem preocupação.

Okami envolve a garota com seu casaco, e a levou para dentro. Ela se desenvolveu de Okami e correu até a varanda em segurança. Okami fechou o portão e o trancou, ele jogou as chaves para a garota que a apanhou desajeitada, quase a derrubando. Okami sorriu como acabará de esquecer oque havia acontecido.



Continua...

Ending.:


Última edição por - Usui Takumi em 11/12/2012, 04:39, editado 2 vez(es)

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Seu mordomo, funcional.

Introdução.:
Apresentações... .



Okami admirava-se espantado com a cena que se deparava. As garotas que por sinal eram irmãs seriam duas gêmeas angelicais de faces adoráveis, não tão adoráveis pelo fato de uma das gêmeas, Kamy. Estava com uma cara cansada e pálida devido ainda pouco estar dormindo. Lucy a outra gêmea, que atendeu Okami no portão e foi violada por um descuido, serviu um pouco de chá a todos, em seguida quebrou o silêncio constrangedor iniciando assunto.

-Não sei se me lembro... Mas... Não contratei... Um mordomo... Contratei? . – Disse Lucy encabulada com as palavras.

Okami bebeu um gole de chá, apreciando seu sabor amargo e suave. Colocou a vasilha sobre a mesa, ficou em silêncio por um tempo, pensativo... Porém começou a falar.

-Pois bem, está correta, não me contratou, mas como eu havia dito à Senhorita Lucy, fui enviado pela “A.P.L”. No intuito e na sabedoria de que eu deveria me responsabilizar pela segurança e pela integridade, tanto física como moral da Família Hatsune, conhecida mundialmente por sua agência de computadores de processadores de incrível inteligência. Mais conhecidos como “A.I”, assim sendo, Artificial Inteligence. Possuía com seus pais diversos negócios, entretanto perdi o vínculo com eles após o falecimento dos mesmos, o mínimo que eu poderia fazer em relação a isso, era me responsabilizar pela segurança de suas famílias, as únicas herdeiras dessa grande empresa. – Disse Okami de forma formal. – E então oque desejam saber? .

Opening.:

Seu mordomo, funcional.:
Esclarecimento e decisões... .

Lucy serviu um pouco mais de chá a Okami, surpreendida por o mesmo saber tantas informações sobre sua família. Kamy se intrometeu, curiosa.

-Então, Senhor Okami, o senhor decorou tudo isso ou escreveu na mão. – Disse Kamy.

Okami tomou um gole do chá, em seguida pôs a vasilha sobre a mesa sorrindo sutilmente.

-Cara Senhorita Kamy, um mordomo como eu sempre é preparado, aliás... Sou um mordomo e tanto. – Disse Okami, com um estranho e sutil sorriso em sua face pálida.

Kamy não era uma das que se preocupava, só puxou assunto no intuito de confundir Okami, ela riu baixinho com a mão na boca. Okami a olhou de lado, não ligando muito para isso. Em seguida retomou a conversa, tomando outro rumo.

-Espero que esteja bem Senhorita Lucy, o acontecimento posterior no momento que me recebeu, foi um erro meu, deveria ter ficado e auxiliado a senhorita. – Disse Okami formalmente.

Kamy curiosa e preocupada, novamente se intrometeu.

-Acontecimento? O quê aconteceu? Vocês estão bem? . – Disse Kamy preocupada.

Lucy ficou nervosa, suando frio.

-Oh! Senhorita Lucy! Você está vazando feito uma torneira velha! . – Disse Okami brincando com a situação da garota.

Lucy nervosa se exaltou com Okami.

-ISSO NÃO É ÁGUA! NÃO TÁ VENDO QUE EU TO SUANDO DE NERVOSA ! . – Disse Lucy envergonhada.

Okami riu sorridente. Lucy tentou contornar a situação, começando a explicar o ocorrido.

-Bem... Er... Então... É que... Sabe quando fui atender o Senhor Okami, um sujeito pervertido quis invadir nossa casa, mas o Senhor Okami foi corajoso e colocou-o pra correr! . – Disse Lucy encabulada.

-Sim... Pra correr... . – Disse Okami malignamente, com um sorriso sutil.

Lucy se assustou com a aura pesada, que rodeava Okami, e o serviu mais chá para quebrar o gelo daquele momento estranho. Kamy puxou assunto, de seu interesse em certas partes.

-Então Senhor Okami... Oque esteve a fazer nesse meio tempo, para não ter vindo em três anos.

Lucy olhou de lado para Kamy, como se emitisse um sentimento de: “Intrometida”. Okami estranhou o assunto.

-Sim... Foram três anos... Espero que não tenham sofrido problemas dentro desse tempo... Estive ocupado em um assunto particular. – Disse Okami, com um olhar triste.

Lucy e Kamy o olharam com pena.

-Não tem problema... O Senhor Tanaka cuidou de nós, aliás, ele é de nossa família desde que chegou aqui, há 40 anos. Quando meu avô ainda administrava os negócios da família. – Disse Kamy tentando contornar a situação.

Okami curioso, perguntou sobre o misterioso Senhor Tanaka.

-Onde está este senhor, de que cuidou de vocês neste período, gostaria de agradecê-lo por executar está tarefa.

-Bem, ele está de folga, demos folga a ele durante os sábados e os domingos, aliás, ninguém é de ferro. – Disse Lucy sorridente.

Okami sorriu compreendendo. Kamy se levantou, espreguiçando-se.

-Bem já está tarde. – Disse ela olhando para o relógio. – Acho que deveríamos dormir.

-É mesmo... Já passam das uma... Senhor Okami, pode ficar no quarto de hospedes. Até arrumarmos seu quarto permanente. – Disse Lucy levantando-se também.

Okami levantou-se e curvou-se em agradecimento.

-Obrigado.

Lucy mostrou à Okami onde eram seus aposentos, e logo foi se deitar, assim como Kamy, aliás, estavam cansadas após conversarem por um bom tempo, tirando suas dúvidas e curiosidades sobre o misterioso homem que bateu a porta delas, Okami.

Amanhece um novo dia... .

Amanheceu em Tokyo, como citei: ”A Terra do Sol Nascente”. Ao leste da terra onde o sol atinge primeiro, para um novo dia iniciar. As ruas logo cedo já estavam movimentadas, a neve havia sido afastada para os paralelepípedos, dando passagem aos veículos. As pessoas caminhavam entre as calçadas como um covil de formigas, só quê um formigueiro de humanos. Usavam casacos e cachecóis, para se proteger do frio que fazia durante a manhã de Tokyo. Aos poucos a Família Hatsune acordava, em uma manhã de segunda. Porém o dia já começava agitado... .

-KYA! Tatsukete! Tatsukete! . – Gritava Kamy.

Okami levantou-se de sua cama, usando suas roupas formais de um tradicional mordomo, e correu pelos corredores da casa em direção ao quarto de Kamy. Ele puxou de suas vestes uma faca de platina, e abriu violentamente a porta do quarto de Kamy. Okami olhou para os lados rapidamente procurando alguém, mas nada encontrou.

-O quê foi Senhorita Kamy! . – Questionou Okami.

Kamy tremendo e chorando, apontou para a parede, uma grande e cascuda barata andava socialmente pela parede.

-U-U-Uma barata! . – Gritou melancolicamente Kamy.

Okami olhou sorridente para Kamy, transmitindo um olhar que parecia dizer: “Não há problemas”. Okami ainda sorrindo, ergueu seu braço e lançou contra a barata os três talheres, que a espetaram e a fatiaram em três partes que caíram ao chão. Kamy olhou assustada com tal ação, mas ao mesmo tempo se sentiu aliviada.

-Obrigada! Eu não sabia o quê fazer! . – Disse Kamy sorridente com lágrimas nos olhos.

Okami sorriu, e em tom irônico questionou.

-Matar a barata? . – Disse Okami.

Okami caminhou até a barata caída no chão, de suas vestes puxou um suave lenço de seda, com oque recolheu o cadáver do inseto, logo se levantou e da parede recolheu seus talheres de platina.

-Com licença Senhorita Kamy, prepararei seu café da manhã. – Disse Okami sorridente.



O mordomo se retira do quarto da garota, e se dirige para a cozinha. Ao chegar ao cômodo da casa, se depara com um velho senhor de aproximadamente 1,20 de altura que tomava chá em um pequeno copo de madeira. Okami então se apresentou sorridente, transmitindo otimismo.

-Muito prazer, sou o novo mordomo da Família Hatsune, Okami Michaelis. – Disse Okami, com a mão em seu peito, também se curvando. – O senhor seria Tanaka Daidouji? . – Perguntou Okami.

-Ho! Ho! Ho! . – Afirmou Tanaka.

-Devo agradecê-lo por zelar pelas garotas durante estes três anos.

-Ho! Ho! Ho! . – Afirmou Tanaka.

-Percebo que é um homem de poucas palavras. – Indagou Okami.

- Ho! Ho! Ho! . – Afirmou Tanaka.

Okami apanhou um avental na parede, e o vestiu amarrando em seu pescoço assim como em sua cintura. Apanhou alguns utensílios domésticos nos armários e colocou-os sobre a mesa central da cozinha. Abriu a geladeira da cozinha, e apanhou diversos ingredientes, pondo-os sobre a mesa também.
Lucy levantou-se de sua cama, calçou seus chinelos, foi ao toalete e lavou sua face, escovou seus dentes, a mesma rotina como de costume. Caminhou até a cozinha, mas deparou-se com uma cena fora do comum, aliás, agora em sua casa havia um mordomo e tanto. Comidas voavam por toda parte, saltando entre as frigideiras e as panelas, Okami cortava o repolho violentamente, e oque era fatiado precisamente voava até a tigela ao lado da tábua. Tanaka ajudava no que podia, fritando os ovos mexidos não permitindo que se queimassem. Okami reuniu todo o repolho na tigela e o temperou à moda de um especial molho tártaro que havia preparado. Tradicional molho usado em London no preparo de saladas. Tanaka despejou os ovos mexidos em uma vasilha, e os colocou sobre a mesa. Em outra frigideira, Okami lançou 4 tiras de salmão juntos à um pouco de Wasabi para dar um toque picante ao peixe muito usado na culinária oriental. Os peixes fritaram rapidamente dando um cheiro maravilho ao ambiente à cozinha, assim como ganharam uma linda cor dourada. Okami os lançou com uma espátula em dois pratos, dividindo um par a cada. Lucy olhava admirada com o festival culinário que Okami produzia na cozinha, algo que poderia alegrar seu dia, começando com um maravilhoso café da manhã, preparada no então por um mordomo e tanto. Kamy logo se levantou então, e também foi à cozinha atraída pelo cheiro do café que Okami preparava. Sentou-se à mesa, e observou todo aquele banquete posto a seu olhar. Lucy sentou-se ao lado de Kamy. Okami em um instante tirou tudo sem utilidade da mesa, assim sendo, facas, panelas, ingrediente, colocando em seus devidos lugares, assim sendo, armários, geladeira, gavetas e os sujos eram colocados na pia para serem lavados. Tanaka apanhava um banquinho e coloca fronte a pia, ele sobe no mesmo e começa a lavar a louça. Okami pega no armário xícaras, e joga-as sobre a mesa, fazendo que as mesmas pousassem perfeitamente e simetricamente. Nas gavetas apanhou talheres e jogou-os sobre a mesa, provocando o mesmo que ocorreu com as xícaras, pegou guardanapos, dobrou-os e se se direcionou à Kamy e Lucy e colocou sobre seus colos, em seguida serviu as duas com elegância, e deu as costas ajudando Tanaka a organizar as coisas. Kamy e Lucy observaram tudo em silêncio e espanto, se sentido privilegiadas e encantadas com a situação. Kamy educada, indagou.

-Vocês dois não vão comer? . – Perguntou em preocupação.

-Não se preocupe, nesse meio tempo antes de acordarem, comemos e conversamos. Para deixar o principal para o final. – Respondeu Okami com elegância.

Lucy feliz aplaudia, degustando o delicioso café da manhã que Okami preparou, esperava então com carinho.



-Está tudo tão gostoso Senhor Okami! . – Disse Lucy com um brilho no olhar.

-Era de se esperar essa reação... Aliás, eu sou um mordomo e tanto. – Responde Okami à Lucy.

Okami não deixou de notar duas anomalias na cabeça de Lucy, pareciam dois chifres em formato de orelhas de gato, seria melhor não questionar sobre aquilo. Lucy e Kamy terminavam seu café, e subiam para seus quartos, aliás, tinham aula em breve. Pouco tempo depois, desciam arrumadas e uniformizadas com o traje respectivo da escola que estudavam. Okami admirou-as dos pés as cabeças. Caminhou até elas, e colocou a mão coberta pelas luvas que sempre usava em seu queixo. Queixava-se de algo que não descobria, logo então encontrou a razão para indagar-se. Ajeitou o laço do uniforme de Kamy, e em seguida abotoou corretamente uma das mangas da blusa de Lucy.

-Tudo certo agora... . – Disse Okami sorridente. – Desejam algo mais.

-Senhor Okami, não precisa ser tão preocupada conosco. Descanse um pouco. – Disse Lucy preocupada.

-Yes, My Lady... . – Respondeu Okami elegantemente.



Os olhos de Lucy brilharam, e sua face demonstrou um sorriso por tal elegância. Okami curvou-se e se retirou, para seus aposentos. Kamy e Lucy despediram-se de Tanaka, e saíram de casa para irem à escola. No quarto de Okami, o mesmo estava deitado na cama, olhando uma mensagem estranha em seu celular.



Lucy e Kamy caminhavam sorridentes e conversando em direção ao colégio onde estudavam um colégio muito formal, tanto para garotos como para garotas, o Colégio Sakuragaoka, destacava-se em notas, assim como o excelente e animado comportamento dos alunos, que apoiavam um aos outros durante eventos, festivais e competições, tais eventos que alegravam as irmãs Hatsune. Antes de bater o sinal, elas entravam na escola cumprimentando conhecidos e amigos com um aceno e um fofo sorriso em suas faces. Lucy como de costume usava laços dos dois lados da cabeça para esconder os chifres e Kamy um rosário em seu pescoço. Poderia então ser um visual que adotaram. O dia passou normalmente, assistiram a suas respectivas aulas aprendendo novos ensinos, porém o destino estava preste a tomar um rumo desastroso, em que o mal se colidiria com a vida das irmãs Hatsune. O sol se punha ao oeste de Tokyo, o céu estava avermelhado em um belo crepúsculo, um “crepúsculo sangrento”. As irmãs Hatsune voltavam da escola caminhando e conversando como de costume. Ao entrarem em uma viela no intuito de cortar caminho em direção a casa delas, se deparam com um grupo de gangters agrupados em um canto, conversando e fumando. O cheiro era forte, fazendo as irmãs taparem seus narizes com as mãos. Elas caminharam na tentativa de passar por eles sem levantar o interesse. Elas caminharam de mãos dadas com um pouco de temor em seus pensamentos. Os gangsters não pensaram duas vezes assim que as garotas passaram, as cercaram e as prensaram contra o canto, outros três gangster bloquearam as saídas das vielas.

-E aí gatinhas que tal se divertir conosco? . – Sugeriu um dos sujeitos.

Porém, o destino estava a favor das inocentes garotas. Okami acabará de voltar das compras no fim da tarde, e caminhando pelas ruas de Tokyo nota o estranho agrupamento naquele muro. Caminhou próximo, e observou por um tempo, logo sua face encheu-se de ódio. Soltou as compras no chão, e atravessou a rua violentamente sacando de seu casaco três facas de platina.

-Oquê disseram... .



Saltou ao ar, e atirou-os violentamente. As facas cortaram o ar em um assovio e atingiram a cabeça dos três gangsteres que bloqueavam a saída da viela. Okami entrou correndo horizontalmente pela parede, entretanto os gangsters notaram sua presença e sacaram pistolas de suas cinturas e começaram a disparam contra Okami, que desviou em um elegante mortal entre uma parede outra rodopiando. Continuou correndo contra os gangsters, e ao final da parede saltou o mais alto que podia ficando acima de todos. De seu casaco, com os dois punho sacou três facas em cada, deixando-as fixas entre os vãos. Violentamente atirou-as contra os gangsters remanescentes, de cima a baixo as facas penetraram os crânios dos seis gansters matando-o na hora. Okami aterrissa, fronte as garotas.



-Se o caminho a seguir for perigoso, não o siga, procure outro. – Disse Okami, dando um sermão nas garotas.

Kamy ficava com os olhos arregalados chocada com o acontecido. Lucy já havia testemunhado estas ações de Okami e curvou-se em agradecimento. Okami tirou seu casaco e colocou sobre as duas.

-Vamos indo... . – Disse Okami friamente.

Lucy abraçou Kamy levando-a para fora da viela. Okami atravessou a rua e pegou suas compras. Atravessou novamente, se juntando as garotas, caminharam partindo dali.

Kamy bebia chá para se acalmar, enquanto Lucy a consolava. Okami preparava o jantar em silêncio. Provando os molhos e os temperos que havia comprado no centro. Não se demorava muito e Okami como de costume servia às irmãs. Porém desta vez nada disse, ficou em silêncio. Lucy comentou sobre o ensopado que Okami havia feito, mas ele nada disse. Lavou a louça do jantar, e retirou-se para seus aposentos. Como narrador deste acontecimento, minha opinião é que os sentimentos de Okami em relação às garotas estavam instabilizados, ele estava se acalmando referente a tudo aquilo, logo estaria novamente conversando com elas. Assim, pelo resto da noite não conversou com nenhuma das irmãs... .

Continua... .

Ending.:


Última edição por - Usui Takumi em 11/12/2012, 04:40, editado 1 vez(es)

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Re: ρυяεяγυdο нειrεтѕυ -

Postado por - Sakata Dante em 11/12/2012, 04:35

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Seu mordomo, demoníaco. - Parte Inicial.

Introdução:
Dias cinzentos... .

A manhã na mansão da família Hatsune iniciava-se mergulhada em um silêncio petulante e obscuro. Todos, assim sendo, as irmãs Hatsune, Tanaka-sama, Okami-san, haviam se levantados, mas permaneceram sem ousar profetizar uma única palavra uns com os outros. Okami talentoso como sempre cumpriu sua tarefa inicial do dia, preparando o café para o desjejum das irmãs, assim como o almoço que levariam à aula. As irmãs arrumaram-se e partiram pra mais um dia de aprendizado no Colégio Sakuragaoka, cumpriram suas atividades com entusiasmo, porém havia um sentimento de vazio em seus olhares. Sucedeu-se o almoço, e logo o cair da tarde chegou ao crepúsculo do anoitecer. Tokyo era repleta de luzes no centro, tornando a cidade iluminada durante a noite. Kamy e Lucy voltam pra casa caminhando e conversando como de costume, pararam em uma confeitaram, compraram um pedaço de bolo para tentar desculparam-se com Okami pelo erro que cometeram e o risco que se expuseram. Um delicioso bolo de creme e morango, talvez ele gostasse: “foi à opinião das duas”, enquanto retornavam. Chegaram à mansão antes do cair da noite, entraram em silencio subindo direto para seus quartos, guardaram suas bolsas e desceram sorrateiramente, aliás, com um mordomo como Okami seria difícil passar despercebidas como ninjas ou até mesmo ladrões saqueando no meio da madrugada. Porém, para a surpresa das irmãs, o mordomo estava sentado junto a Tanaka bebendo chá, ele as olhou dando um sorriso falso.

Opening.:

Seu mordomo, demoníaco. - Parte Inicial.:
Mentiras... .

-Sentem-se, por favor... . – Convidou Okami.

As irmãs sentaram sem hesitar, e colocaram a caixa do bolo sobre a mesa.

-Trouxemos um bolo. – Disse Lucy sorridente.

-Deixe isto pra depois. – Disse Okami friamente.

Kamy olhou assustada para Okami, sem saber que fim tomaria aquela situação estranha.

-Primeira peço perdão... . – Disse o mordomo sem expressão.

-Pelo o quê? Tenho certeza que não fez nada errado. – Lucy indagou, pelo motivo.

-Não pelo que se passou... Mas, pelo que vem... . – Disse o mordomo em um tom misterioso.

Kamy curiosa lançou uma pergunta direta.

-O quê está vindo? .

Okami calou-se por um tempo, colocando a mão em seu queixo, parecia pensativo, porém revelou o quê seus lábios prendiam.

-O verdadeiro mal... . – Disse o mordomo friamente.

As irmãs arregalaram os olhos com faces assustadas, demonstravam um sentimento de temor em seus olhos.

-E o destino dele é a mim... Porém, ele começa a consumir aqueles que se tornaram especiais.

-Nós... . – Especificou Lucy.

Kamy questionou.

-Qual é a essência desse mal! O quê ele é! Ou acima de tudo... O QUÊ É VOCÊ! . – Disse Kamy começando a surtar.

Lucy abraçou a irmã consolando-a, logo estaria em choque se algo não deveria ser feito. Lucy olhou nos olhos vermelhos de Okami, um profundo vermelho rubi que a seduzia.

-Apenas responda... O quê é você... . – Disse a garota prosseguindo as dúvidas da irmã.

Os olhos de Okami ganharam um forte vermelho, que reluziam, suas pupilas, acenderam-se, como uma incandescente chama escarlate.

-Eu sou um demônio. – Disse o mordomo com um sutil sorriso em sua face.

Lucy olhou com nojo para Okami, como se as criaturas que caminhavam perante a sombra, fossem nojentas baratas que vivem em tubulações.

-Não deveria me julgar, sabendo que é algo do tipo, assim como sua irmã. – Disse Okami em chantagem.

Lucy riu-se, desprezou os comentários de Okami e acariciou os cabelos de Kamy consolando a irmã que adormecera neste meio tempo.

-Descobriu tão rápido... Então nesses três anos nos investigou? . – Disse Lucy sorrindo sutilmente.

-Errado. – Responde o mordomo sorridente. – Descobri nesse período que estive aqui... Lucy, Lucy... Nasceu com uma mutação genética, desenvolvida por um vírus, que dá os humanos há capacidade de controlar membros invisíveis e sensoriais destrutivos, conhecidos como Vetores. Aliás, foi uma polemica quando informações sobre isso vazaram do governo, qualquer um atento ao mundo saberá de algo disso, e reconhecerá ao ver um pessoalmente... Um Di-clo-ni-us. – Soletrou por final provocando a garota.

Um copo começou a vibrar sobre a mesa, e logo estourou violentamente sem ninguém toca-lo era de fato a habilidade de Lucy. A garota olhava friamente para Okami, transmitindo com seu olhar um desejo de morte.

-Ora, Ora... O pequeno anjo... Também é um demônio. – Disse Okami sarcasticamente.

-O quê você quer afinal... .

-É meu dever protegê-las, mesmo nessa situação. – Disse o mordomo sorridente. – Mas não se esqueça. – Indagou.

-Não me esquecer do quê? . – Perguntou a garota.

-De proteger o covil do vampiro. – Disse o mordomo em deboche, olhando para Kamy.

Lucy rosnou como raiva, cerrando seus punhos. O mordomo levantou-se e recolheu os cacos de vidro do copo com um pano, logo os jogando no lixo.

-Vou tomar um pouco de ar puro, com licença Lucy-san.

-Faça como quer. – Disse Lucy em desprezo.

Okami se retirou da cozinha, deixando-as com Tanaka. O mordomo caminhou até a varanda, e ficou olhando o crepúsculo avermelhado que pairava sobre o céu de Tokyo. Uma brisa soprava ao final do dia, com um leve e sutil assovio que queria dizer algo ao mordomo, porém o mesmo estava com a mente turva em pensamentos.

A morte se aproxima de Tokyo... .

O centro de Tokyo ainda estava movimentado, pessoas caminhavam voltando do trabalho outras partiam para ele. Carros transitavam em um tráfego congestionado. De fato essa era uma Tokyo comum. A torre ao centro da cidade é iluminada por diversos holofotes que realçam seu belo vermelho vivo... Um grande ponto turístico da cidade onde as pessoas geralmente se encontram em um momento romântico. Porém algo não parecia correto, era uma absoluta certeza que consumia o ar rapidamente, não era ilusão ou imaginação, sim, havia um espectro estático no ponto mais remoto do topo da torre. Seus cabelos vermelhos cintilavam em sintonia com o vento, seus olhos eram um verde profundo, com leves toques de um amarelo vivo, seus dentes pontiagudos pareciam devorar a vida mesmo em um simples sorriso macabro. Com um leve e sutil sorriso ele balbuciou algumas palavras.

-A morte se aproxima de Tokyo – desu. – Dizia a figura sorridente.

Retomamos a história ao mordomo, que por sinal ainda estava recostado sobre a grade de madeira da varanda. Seus olhos rubis estavam fixados no céu, porém algo o incomodava. O destino estava prestes a mudar de uma forma violenta... Acima das nuvens tudo já havia se apagado, somente a lua restara para iluminar a vastidão do céu. Uma figura de asas pairava sobre o céu voando sem rumo, não se sabia ao certo se era um pássaro, um dragão... O brilho do luar ocultava a sua forma, como uma lanterna direcionada violentamente para seus olhos. A figura mergulhou entre as nuvens, sobrevoando a cidade de Tokyo em uma bater de asas agitado.
Algo faz Okami olhar para o céu, seu olhar se colide com a figura alada sobrevoando a cidade. O mordomo da um sorriso sutil.

-Está vindo... . – Disse o mordomo.

A face da figura é revelada, um jovem e belo homem de ondulados cabelos brancos. Vestia um terno marrom, suas asas angelicais rasgaram as costas do terno estragando-o “em partes”. O jovem mergulha no ar rumo ao chão em uma violenta velocidade.
O mordomo põe-se em pose de batalha ao ver que a figura avança em sua direção. A figura puxa de sua cintura um florete afiado que reluzia com o toque do luar. Okami saca de seu casaco uma faca de platina e salta violentamente na direção do homem. O homem agitou o florete no ar e esticou-o a frente na tentativa de perfurar o mordomo. Os negros cabelos do mordomo esvoaçavam chicoteando seu rosto pálido, Okami em um ato de reflexo apara o florete com a faca de platina arremessando-o para o lado, assim fazendo o homem perder a direção do voo. Elegantemente o mordomo rodopiou no ar, logo atingiu as costas do homem com potente chute. O homem violentamente foi arremessado ao chão, atingindo a varanda da mansão com um impacto destruidor, destruindo a mesma assim como parte da casa. O mordomo aterrissa no jardim sobre uma pedra.

-O quê um anjo faz aqui? . – Disse Okami com um sorriso em sua face.

-Apenas uma missão de extermínio. – Disse o anjo levantando-se dos escombros.

O homem era revelado ser um anjo, de certa forma foi enviado do Reino Espiritual, na tentativa de matar Okami um legitimo demônio.

-Se conseguir me acompanhar, terá esse privilégio. – Disse Okami desaparecendo.

O mordomo apareceu em um estalar de dedos atrás do anjo que se assustou, o mesmo puxou seu florete tentando cortar Okami que o chutou para fora da casa, fazendo-o se chocar contra uma pedra do jardim.

-Eu te avisei. – Disse o mordomo um sutil sorriso em sua face.

Okami deu as costas entrando na mansão pelos escombros. Caminhou pelo corredor até chegar a cozinha, onde Lucy estava sentada da mesma forma que a deixou, junto à Tanaka que sempre bebia seu chá.

-Peço perdão Lucy-san, ouve uma intromissão, cuidarei disso da mais rápida forma. – Disse Okami sorridente.

Aqueles que caminham nas sombras & Aqueles que caminham na luz... .

O mordomo caminhou até um canto da cozinha, tirando um negro guarda-chuva de um cesto. Em silêncio, saiu da cozinha parando no corredor onde observou o anjo caminhando em sua direção.

-É falta de educação entrar na casa dos outros sem ser convidado.

-Não quando Deus o convida. – Disse o anjo em deboche.

-Deus não tem poder aqui. – Responde o demônio também debochando.

-Não ouse debochar do Senhor! . – Disse o anjo em fúria.

-Porque um anjo caído defenderia a honra de um Deus? . - Disse Okami debochando.

O anjo abriu suas asas, e voou pelo corredor em direção ao demônio. Okami passou a mão pelo guarda-chuva balbuciando algumas palavras.

-Descenda ao caos, e revele as chamas negras que conduz. Espada Demoníaca Excalibur! . – Gritou o mordomo.

O guarda chuva explodiu em chamas negras, assim sendo, a sua lona negra havia se transformado em um cintilar de caos. Sua haste havia adquirido uma lâmina afiada e negra, seu gancho modelou-se a um punho. O anjo puxou o florete para atacar o mordomo, que aguardou em silêncio. O anjo deslizou violentamente o florete pelo ar no intuito de cortar o peito do mordomo. Porém, simplesmente Okami cortou o ar com a espada, atingindo o florete que foi arrancado da mão do anjo com o impacto fixando-se na parede. O mordomo girou sua perna no ar atingindo o ombro do anjo que caiu bruscamente no chão de assoalho. Okami sorriu satisfeito com seu trabalho de defender as irmãs, e passando a mão pela espada transformou-a em um guarda-chuva novamente. O demônio então abandonou o corpo do anjo no chão, dirigindo-se à cozinha. Balançou Kamy, acordando-a dos braços de Lucy.

-Precisamos ir... Rápido acorde.

-Oque... Oque foi? . – Perguntou Kamy.

-Não há tempo pra explicações. Não precisam de malas. Estamos fugindo para a segurança de vocês... . – Disse o mordomo preocupado.

-Não se preocupe Kamy... Ele sabe de tudo... Ele não é quem pensamos... . – Responde Lucy.

-Quem ele é afinal... . – Indagou Kamy.

-Um demônio. – Sussurrou a irmã.

Kamy arregalou os olhos com medo.

-Não deveria comportar-se assim... Afinal não sou eu que bebo sangue... . – Disse o mordomo em provocação.

A garota mudou de humor e o olhou com desprezo, porém deveria se espelhar afinal é uma Vampira, algo como um demônio, porém alimenta-se de sangue, não de almas... Tanaka então se levantou de sua cadeira, terminando seu chá. Lucy e Kamy levantaram-se em silêncio, passaram por Okami e foram até a porta da cozinha. Tanaka apressou o passo juntando-se a elas.

-Leve-as para fora... .

-Ho! Ho! Ho! . – Afirmou Tanaka.

Tanaka acompanhou as irmãs até a porta da frente da mansão, logo o mordomo seguia-os prontos para partirem.

-Onde pensam que vão? Pensam que podem fugir? . – Disse o anjo se levantando.

-Corram... Escondam-se... Ligarei quando acabar com ele. – Disse o demônio dando as costas a eles.

Tanaka abriu a porta, levando-as para fora.

-Mas ele é um anjo! Seria um pecado fatal mata-lo! . – Indagou Lucy.

-Do que adianta, caminhamos nas sombras também! . – Respondeu Kamy de forma asquerosa.

Por sorte havia um táxi a passar, Tanaka fez a tarefa de chama-lo, entraram rapidamente nele partindo e desaparecendo ao meio do trânsito agitado da cidade.

-Agora somos somente eu e você. – Disse o demônio sorrindo sutilmente.

Continua... .

Ending.:

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Re: ρυяεяγυdο нειrεтѕυ -

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