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~ O chamado do Olimpo ~

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~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 27/11/2012, 21:47

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Os três meio-sangues

e o

Chamado do Olimpo


Dois deuses presos estarão,
E três meio-sangues por eles buscarão,
Um de seus pais os atrapalhará,
Mas a busca prevalecerá,
O amor irá atrapalhar,
A barreira pronta para iluminar.


Spoiler:
Arthur Flanagan

Personagem #001.
Son of Poseidon

Arthur Flanagan nasceu em Paradise, onde mora até os dias de hoje com a mãe. Desde pequeno ele demonstrara dificuldades na escola, como por exemplo na atenção, ou seja, ele tinha Déficit de Atenção, um problema cada vez mais comum nos dias de hoje. Todos acreditavam que o único motivo dele possuir este "defeito" era uma má formação, mas apenas sua mãe sabia o porquê e ele começara a desconfiar.
Seu pai ele nunca conheceu, mas irá descobrir seu nome e sua identidade através de um acampamento para pessoas "especiais", como sua própria mãe diz. Arthur espera que existam pessoas parecidas com ele, mas não esperava encontrar tantos...






Spoiler:
Thomas Friedrich

Personagem #002.
Son of Hades

Thomas Friedrich, nascido em Munich, Alemanha, onde não morou por muito tempo, ainda criança ele descobriu ser filho de Hades, o deus senhor do submundo e com um ataque rebelde ele fugiu de casa indo ao encontro do pai. No meio do caminho ele se encontra com Aria, filha de Zeus e juntos eles seguem seus caminhos. Thomas acaba desistindo de ir procurar seu pai por enquanto e fica aprendendo a se defender junto com Aria dos monstros que os rodeavam sempre.
Digamos que o garoto tem um gênio forte como o do pai, é bem rebelde e não liga para a vida dos outros. Ele é fiel, mas muito frio para demonstrar isso, a não ser se um verdadeiro amigo estiver em plena, bem... Nunca teve muitos amigos muito próximos e até então, só tivera Aria.






Spoiler:
Aria Montgomery

Personagem #003.
Daughter of Zeus

Aria Montgomery sempre soube ser filha do Rei dos Céus e do Olimpo, mas manteve o assunto em completo sigilo, apenas sua mãe também sabendo. Marie, sua mãe começou a se envolver com bebidas e então ela resolveu fugir de casa em seu aniversário de doze anos.
Sua sorte foi conhecer Thomas, que também era semideus, na verdade seu primo. Ele era filho de Hades. Juntos os dois aprenderam a lutar, sendo ambos ótimos em um combate corpo-a-corpo e com espadas, facas, etc. Um dia eles encontraram um acampamento para semideuses, onde meio que separaram-se.
Aria ficou no acampamento e Yago a visitava uma vez por semana, pois sempre estava cheio de missões e assim foram ficando um pouco mais afastados... ou não.






Spoiler:
Lucy Heartphilia

Personagem #004.
Daughter of Tânatos

Lucy Heartphilia sempre foi muito mimada por sua mãe, uma mulher rica e ambiciosa, que largou a filha em um acampamento para pessoas digamos que... especiais.
A menina cresceu lá e aprendeu o que era, uma semideusa filha de Tânatos, o deus da morte. No início ela ficou meio abalada, mas viu que isso era verdadeiro por suas características psicológicas.
Quando Thomas, um menino filho de Hades entrou para o acampamento, ela quase enlouqueceu pois queria porque queria que ele fosse seu mestre, assim como seus pais. O garoto logo aceita e eles viram grandes amigos da parte de Thomas e da de Lucy, bem, algo mais, se é que me entendem.






Spoiler:
Satami Higamashi

Personagem #005.
Daughter of Aprodite
and Ártemis huntress

Satami Higamashi nasceu em NY, sendo que foi criada lá até seus 15 anos, onde descobriu que era uma semideusa. Frequentou o Acampamento meio-sangue por um mês e odiou suas irmãs e irmãos filhos também de Afrodite.
Ela resolveu sair de lá e voltar a morar com seu pai, um famoso ator cinematográfico, mas no dia seguinte a deusa da caça Ártemis a fez a proposta de ser imortal e se juntar as caçadoras de Ártemis, desde que a mesma não se envolvesse em relacionamentos com homens, e o que piora tudo é ser filha de Afrodite.
Quando vai salvar sua deusa conhece Aria, Arthur e Thomas, por quem sofre um amor platônico(por Thomas) e talvez o mesmo esteja correspondendo este sentimento louco.






Spoiler:
Allison Von Taylor

Personagem #006.
Daughter of Atena

Allison Von Taylor nasceu em Londres, filha de um dos maiores arquitetos do mundo. Seu sonho é ser como seu pai, uma arquiteta. Ela é ótima nessas coisas, sendo também muito inteligente.
A menina possui intolerância a lactose, o que pode ser um grande problema em algumas circunstâncias de vida ou morte.
Com 16 anos foi fazer intercâmbio em uma pequena cidade e Ohio, Paradise. Lá ela encontra Arthur, que é seu colega e acaba tornando-se um grande amigo. Sem dar-se conta Arthur conquista o coração da menina, mas ambos sabem que talvez nunca ficarão juntos pelo que são e os perigos que ambos irão passar durante suas vidas.






Spoiler:
Caleb Frauenartz

Personagem #007.
Son of Apolo

Caleb Frauenartz nasceu no Acampamento meio-sangue, sendo que sua mãe era uma semideusa filha de Íris. O menino é filho de Apolo, e todos dizem que ele é quente como o pai, principalmente por ser o homem mais desejado do acampamento.
Ele parte em uma missão junto com Yanna e Jennifer, que juntos encontrar Arthur, Aria e Thomas no meio da missão, e no fim também, tendo um grande conflito entre.
Sempre passou a vida no acampamento, então tem suas ideias bem desenvolvidas sobre o destino de todos, e também além de ser muito bom como arqueiro é perfeito como curandeiro e algumas vezes pode ver o futuro, mesmo não sendo o oráculo.






Spoiler:
Yanna Benson

Personagem #008.
Daughter of Afrodite

Yanna Benson nasceu em Ohio, assim como Arthur, mas em uma cidade diferente. Seu pai é um modelo mundialmente famoso e sua mãe nada mais nada menos que Afrodite, a deusa do amor e da beleza. Ela é literalmente a preferida de sua mãe, já que quando entrou para o Acampamento a deusa em pessoa foi lá pedir para ela ser a líder do chalé e a ordem foi aceita por todos, exceto pela antiga líder de chalé, tornando uma rivalidade entre as duas.
A menina tem dislexia e déficit de atenção, ou seja, não lê, o que é muito comum para filhas de Afrodite.






Spoiler:
Jennifer Carrie Agarelli

Personagem #009.
Daughter of Quione

Jennifer Carrie Agarelli nasceu no Canadá, e foi criada até seus dez anos por sua mãe divina, Quione e seu pai mortal, Theodor Carrie Agarelli, após sendo levada para o Acampamento meio-sangue. A garota tem poderes muito especiais, já que sua mãe é a deusa da neve.
Ela adora sorvete e picolé, e não tem nenhum desses problemas que geralmente os semideuses possuem, como dislexia, déficit de atenção e outros. Ela pode muito bem ser confundida com uma filha de Afrodite por sua beleza, mas odeia quando é comparado com as filhas daquela deusa... como ela mesma diz:

" Ser filha de Afrodite é a mesma coisa que dizer escandalosamente: Venham todos ni mim. Já eu, sou filha de Quione, digo menos escandalosamente e mais sensualmente."






Spoiler:
David Allen Carver

Personagem #010.
Son of Deméter

David Allen Carver nasceu na capital do Texas, e tem como seu pai um simples fazendeiro. Sua vida desde pequeno foi anormal, mesmo embora ele já sabia sobre quem era sua mãe. Deméter, a deusa da colheita. Ele tem a habilidade de fazer os produtos agrícolas de seu pai crescerem mais rapidamente, mas isso não foi por muito tempo, já que os monstros começaram a aparecer e ele com apenas 9 anos conseguia deter alguns junto com os poderes herdados se sua mãe.
Aos 12 anos seu pai achou melhor mandar o filho ir para o Acampamento meio-sangue, e foi o que o mesmo fez. No acampamento para semideuses ele logo se enturmou com seus irmãos, irmãs e outros parentes de longe. A pessoa com quem mais se identificou foi Yanna, filha de Afrodite. A menina adquiriu um carinho pelo garoto também, mas as idades eram muito distintas, não havia como eles... namorarem, não por enquanto.








Yatogami
Thanks Anny


Última edição por Finnick Odair em 7/12/2012, 21:48, editado 6 vez(es)

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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 30/11/2012, 17:31

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One day... One friend


When you want something comes up.





Segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.


Como sempre, primeiro dia de aula era igual. Levantei, arrumei o material, tomei banho, tomei café e fui andando em direção ao colégio, sozinho. Estou no segundo ano do ensino médio, mas sinto que meus colegas ainda estão no pré. Eles ficam fazendo aquelas brincadeiras bestas para as meninas, e o pior é que elas caem igual a patas, sem ofensas para as patas que estiverem lendo. Desculpa, acho que fugi um pouco do assunto, tenho déficit de atenção.

O colégio já está cheio. Entro e vou para o meu armário, que por uma adorável coincidência fica ao lado da sala. Encho de cadernos, comidas, dinheiro e tudo o que eu poderia guardar ali. Entro na sala faltando uns dez minutos para o sinal tocar e entrar a Maria, professora de matemática. Tenho sonhos com ela. Não, seu safadinho/a, não são sonhos eróticos. Ela é velha, o que seria bem estranho, mas continuando, no meu sonho eu estou com uma menina um pouco mais velha que eu e um homem, de uns vinte anos e a minha professora vira um monstro.

Quanto aos meus colegas estão iguais: todas as meninas em volta dos garotos populares... Mas, espera... Tem uma menina nova! Ela está sentada na frente da mesa da professora. Vou até ela e a observo melhor. Seus olhos são de um cinza, que chega a ser quase preto, não sei como. Seus cabelos loiros seguem o vento, mexendo-se em sincronia com o mesmo. Desisto de ficar só olhando e vou falar com ela.

- Seja bem vinda. Sou o Arthur. – dou um sorriso tão grande que me sinto constrangido. Ela corresponde a ação, mas demora um pouco para responder.

- Obrigada Arthur. Sou a Allison, e você é o primeiro a me dar as boas vindas. – seu inglês era meio enrolado, o que eu achei bem fofo.

- Está fazendo intercâmbio? – pergunto com uma voz doce.

- Sim, sou de Londres – ela responde na mesma doçura. Desvio meu olhar e o sinal toca. Rapidamente a Maria entra na sala de aula e começa revisando o conteúdo do ano passado.

A única que prestava atenção na aula era Allison, como sempre ninguém respeitava a Maria. Dividia meu tempo em olhar para os cabelos loiros da menina e olhar os passarinhos bocando as janelas, não conseguia me concentrar em apenas uma coisa sem me distrair.

Sentia algo pela Allison, mas acabei de conhecê-la, amor está descartado. Sinto que temos que nos aproximar, somos parecidos. Mas a questão é no que...? Não temos nada em comum, nada mesmo. Até gostaria que tivéssemos para talvez ficarmos mais tempo juntos. Sinto que algo está errado.

A aula pareceu demorar um ano, mas felizmente o sinal bate para o recreio e vou para baixo, mais exatamente escondido no término do corredor, observando Allison sentada enquanto come uma maçã.

- Estou te vendo – disse ela com uma voz debochada e com um sorriso.

- Áh, sério? – dou uma gargalhada meio que forçada, mas acho que ela não percebeu, e se percebeu nem deu bolas.

- O que estava fazendo ali? – pergunta envergonhada – Áh... espera. Você não tem amigos, certo?

- Sim... Acho que eles me descrevem como um feio, chato e gordo.

- Eles estão totalmente errados. Você é bonito, legal e musculoso. – coro com o comentário, e acho que ela também, mas não consegui notar muito até me agitar.

- Bem, se você acha quem sou para discordar? – dou um pequeno riso – Como era a sua relação com sua família? Sei lá, acho que devemos saber um pouco mais sobre o outro, certo? Afinal, acho que somos amigos.

- Claro que somos amigos! Nunca conheci minha mãe, sempre vivi com meu pai. Ele é um grande arquiteto. Seu nome é Rafael Von Taylor, conhece? – fico apavorado por estar conversando com a filha do melhor arquiteto do mundo. Todo mundo o conhece.

- Conheço sim. Sempre vivi com minha mãe, meu pai que eu nunca conheci. Ela nunca gosta de falar sobre isso, mesmo eu implorando.

- Mesma coisa, mas já consegui tirar algo do meu pai. Minha mãe era inteligente, e possuía os olhos cinza, iguais aos meus. Ele sempre conta que ela também era muito linda, e que deixou certos legados para mim, não apenas sua beleza, como ele diz. – noto que ela ficou com vergonha - Sua mãe já lhe contou algo?

- Nadinha, a não ser que eu tenho Déficit de atenção, que belo legado meu pai me deixou. – ela dá uma pequena risada.

- Tenho intolerância a lactose, nem queira me ver depois que eu tomar leite, por favor.

Rimos ambos, parecia o Paraíso, mas então somos interrompidos pelo sinal e voltamos para a sala, com a aula de inglês. Sorte que a diretora apareceu para nos dar as boas vindas, não sei se iria aguentar aquele professor boiola, sem preconceitos, é que ele é escandaloso.

Após todo o blábláblá, que demorou de mais, até encontrei uma joaninha e fiquei brincando com ela. Apelidei-a de Allison, mas daí ela voou e fugiu. Fiquei um pouco abalado, mas aí o sinal tocou novamente para irmos embora, graças aos deuses.

Despeço-me da menina e vou para caso, sozinho como sempre. Chego lá depois de meia hora, almoço e vou me deitar no quarto. Tenho novamente meu sonho, o do menino, da menina, da Maria e de mim. Esse sonho me persegue desde que me mudei para essa escola, desde o ano passado. Acredito que tenha passado bastante tempo depois do meio-dia, até que minha mãe me acorda e diz:

- Arthur, você tem uma visita! – ela abre um sorriso e puxa minhas cobertas. Me levanto, dou uma arrumada na minha roupa, que estava meio embolada e no meu cabelo também e desço as escadas para o primeiro andar. Vou em direção à cozinha, e quem estava lá era a pessoa que eu menos esperava.








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Última edição por Rafael E. F. Uckher em 3/12/2012, 10:23, editado 1 vez(es)

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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Nescautela em 2/12/2012, 22:44

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Simplesmente... Foda, awesome maan, sem mais comentários.

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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 3/12/2012, 10:24

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My father is a god?


When your teacher is really a monster.





Segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.


Bem, realmente a visita foi inesperada. Era Maria, a professora de matemática. Fico meio incomodado com a visita, mas cumprimento-a e a convido para sentarmos na sala. Minha mãe, Mara nos segue.

- Bom, algum problema com o Arthur na escola? – ela pergunta me fitando com o olhar rapidamente e depois vai com a expressão gentil para a professora.

- Nenhum, e tenho que elogiá-lo, que para alguém com déficit ser bem atencioso. – ela para um pouco e volta olhando fixamente para mim, e logo após minha mãe – Com licença, mas vim aqui para falar diretamente com o menino, se não tiver nenhum problema.

Isso foi muito estranho. Imaginei ela me bolinando. Bem, deixa para lá, melhor nem pensar isso, ela é estranha. Minha mãe aceita e me olha com uma cara muito estranha, me seguro para não rir, se olhar por outro lado e não saber o que acontecerá a situação é cômica.

Vamos para o jardim da casa, e minha mãe fica cuidado nas janelas aos poucos. A professora resmunga algumas coisas que eu não entendo, e então começa a falar mais estranhamente que o normal.

- Bom Arthur, como você já deve ter notado, é especial. – ela me simplesmente me fita.

- Como assim especial? Muita gente já me falou isso, mas nunca soube o porquê. O que tem de especial em possuir Déficit de Atenção? – fico quase bravo com o comentário dela, mas tento esconder isso, afinal ela é velha.

- Você ainda não sabe, mas felizmente terei que te mostrar – ela não deu uma pausa na fala, mas eu dei. Meus deuses, essa velha é tarada? – o quão é especial.

Falando isso ela pega uma garrafa d’água de sua bolsa de onça – sim, de onça – e joga em minha direção. Além de tarada é louca? Desejo que a água não me molhe, e ponho minhas mãos para tentar me defender de 600 ml. De repente a água me atinge, mas eu não me sinto molhado. Olho para a janela e não vejo mais minha mãe. Onde ela foi?

Fico muito assustado. Estou sozinha com uma professora louca... Olho para ela como se fosse um monstro, que de acordo com meus sonhos era. E depois olho para mim, com a roupa molhada, mas me sentindo seco. Esse foi o dia mais estranho de todos.

- Viu? Você não se molhou! Minhas dúvidas agora estão claras, e para minha sorte você é melhor que os outros!

- Os outros quem? Sou melhor no quê? – estou ficando cada vez mais assustado, mas então minha mãe aparece, e é seguida por Allison. Graças a Deus alguém conhecido. – Oi Alli.

Ela vem em nossa direção e olha para Maria, tentando me afastar dela. A menina vem em minha direção e sussurra algo do tipo: “Distrai a Maria que tem ajuda vindo”. Ajuda? Ajuda para combater uma velha louca? Bem, eu aceito com prazer.

- Responda professora, por favor – falo a ela, sendo ignorado, e a mesma que para Allison.

- Você também é especi...

- Eu sei, agora chega disso. Já sei quem você é, então pare de se fingir, mostre-se. – se eu pudesse voltar no tempo taparia a boca da minha amiga.

Depois que ela falou isso a professora resmungou e então virou o monstro dos meus sonhos – eu sei que isso soou meio estranho – mas sim, era o monstro em que a menina, o menino e eu lutávamos. Olho para Allison, quase perguntando se era um sonho ou algo, mas ela estava séria olhando para Marimonstro, sim, eu adoro apelidar os outros.

Com o olhar eu e Alli nos entendemos, acho que ela disse pra mim correr, pois foi o que eu queria fazer. Olhei para a casa e minha mãe já havia saído. Como a menina já sabia de tudo deve ter alertado para Mara sair de casa. Mas e a ajuda? Quem será? Alguém poderá derrotar “isso”? Espero que sim.

Corremos pelo campo da minha casa e a “coisa” nos seguindo. Acho que estava brincando, que pelo seu tamanho (de três a quatro metros) já poderia ter feito nós dois e todo o espaço da minha casa de brinquedo. Quando estávamos na saída da propriedade vejo um vulto entre as árvores, e ele vem vindo à minha direção. Na de Allison também, mas como é eu que estou narrando acho mais interessante dizer que ele veio na minha direção, não na de Alli.

O vulto nos agarra e volta para as sombras das árvores. Fito-o, tentando ver o que é. Não deu, estávamos em grande velocidade, mas é uma figura humana, pelo menos. Minha companheira não grita nem nada, ao contrário, está feliz por um vulto preto tê-la agarrado, então... É a ajuda. No fim, também fico aliviado.

Paramos na primeira clareira iluminada, e por minha sorte, ou azar, minha mãe estava lá, mas não nos falamos, apenas olhamos e vimos que ambos estavam bem. Fito o menino, ou melhor, o homem com aquele que junto a uma menina enfrentamos Maria.

- Você... – sério, devo ter ficado com a boca aberta e isso deve ter parecido muito estranho, além de eu ter parecido um retardado mental.

- Eu o quê? – ele me fita – Sou Thomas, Thomas Friedrich e estou muito desapontado com a sua mãe e com o pai daquela mocinha.

- É Allison, eu já falei mil vezes!

- Que seja. – ele faz uma careta.

- Bem, eu sou o Arthur... O que é aquela coisa? – pergunto cada vez mais confuso. O que minha mãe fez de errado?

- É um monstro se não notou. Existem muitos por aí, mas esse é especial, e forte. Vim em uma missão para mata-lo, e encontrar mais dois de nós. Já fiz a metade, agora falta mata-lo. – ele dá um riso como se a ideia de matar aquele monstro gigante, feio e gordo fosse a coisa mais comum do mundo. – Acho que sua mãe lhe deve algumas explicações, e Allison, telefone para o seu pai porque ele também. Vou matar a professora de... Matemática, né? Me agradeçam depois.

Thomas dá um sorriso e sai correndo em direção à casa. Fito minha mãe, e ela abre a boca para falar, mas não sai nada. Vejo Allison pegando seu telefone e dando uma bronca em seu pai, e depois ela para apenas para ouvir. Vou em direção à minha mãe em busca de explicações. Sento-me ao lado dela, e quando vou falar ela me interrompe...

- Me deixe explicar. Vai parecer muito ridículo, mas é a plena verdade. Promete que não irá me chamar de louca, nem rir? – ela estava com uma cara séria, então achei melhor aceita, e então balanço a cabeça em sinal de afirmação.

- Tudo bem. – digo desconfiado.

- Seu pai é um deus.








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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 3/12/2012, 11:46

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Good bye... Maria.


Going to the camp with crazy old may be your best option.





Segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.


Um deus? Só se for da preguiça. Me esforcei para não rir, mas foi impossível. Tá, agora meu pai é um deus e eu sou uma pandorga, com licença, terei que sair voando pelo céu. Ok, eu paro de ironias, mas isso é mentira, simplesmente.

- Quando eu era jovem, existia um menino muito bonito. Ele era surfista, o melhor. Tinha a aparência da mesma idade que eu. Logo nos apaixonamos e tivemos um filho sem querer. Eu adorei a notícia, seu pai também, mas ele disse que teria que partir. Contou-me o que era e então se foi, nos deixando sozinhos para o mundo. – ela faz uma cara triste e dá uma pausa, parecendo que não conseguia mais falar.

Bom, enquanto tento absorver o que ela está contando olho para o lado e vejo Allison chorando ao telefone, ainda calada. Sua situação deve ser pior, seu pai nem está aqui. Volto para minha mãe ainda sem falar nada.

- Continuando... Seu pai me disse dos riscos de ser um semideus, além do mais que ele é um dos três grandes, o que piora tudo. Os monstros sentem seu cheiro de longe, e a professora foi uma dessas. Quando você chegasse aos treze anos ele me pediu para mandar você para o Acampamento Meio-sangue, mas não tive coragem, e além do mais nenhum monstro nunca tinha atacado você. – novamente uma pausa.

- Acho que estou entendendo – digo ainda não acreditando – Meu pai é um deus. Mas que deus?

- Poseidon, deus dos mares. Por isso ele era o melhor surfista, por isso você não se molhou. Seu déficit é por que você não nasceu para prestar atenção em aulas nem em nada, mas sim em batalhas. Você é forte meu filho, e tenho certeza que nos honrará, foi isso que seu pai disse quando nasceu. Arthur... Tu terás um futuro grandioso...

Pensando bem faz sentido, mas... Não sei, acho melhor eu ir me acostumando com isso. Allison já havia terminado de falar com o pai, e ele a deixou ir para o tal Acampamento junto a mim e Thomas... Olho para minha mãe e ela faz um sinal de afirmação, então também vou.

Quase que me esqueço! Falando em Thomas ele está sozinho lutando contra a Maria, mesmo ele sendo mais experiente não deve ser muito aconselhável. Chamo Allison com o olhar e vamos em direção a alguns gritos. Não conversamos nada durante a corrida, mas sabemos o que um sente em relação a tudo aquilo: confusão.

Chegando lá estava Thomas com uma espada muito reluzente, quase me ceguei ao olhar para ela, ainda mais que já estava de noite. Como brilhava tanto? Não sei, mas a luta estava perdida... pra professora! O homem era rápido, assim como quando ele nos pegou pela sombra e forte. Em menos de dez segundos ele transferia no mínimo cinco golpes daquela espada na carcaça da monstro.

De repente ele a atingiu em um golpe certeiro e então a professora se desfez em pó, e após Thomas começa a chutá-lo por tudo.

- Que legal! – digo muito empolgado.

- Gostou? Não foi anda isso, sorte de vocês e minha que ela ainda não tinha tomado a forma completa, poderia ser um problema. Enfim, tenho que levar vocês para o Acampamento. E aí?

- Ambos vamos – disse Alli ainda com os olhos vermelhos do choro.

- Interessante, missão cumprida. Temos que chegar o mais rápido possível, não posso perder tempo... Aria está me esperando, ela tem uma coisa para me contar. – ele dá uma pausa – Prontos?

- Sim – respondemos juntos.

- Bom... Estamos em Paradise, Ohio. Temos que chegar em Long Island... Poderia ser pior. – ele diz e tira uma moeda de ouro do bolso. Na frente tinha a imagem de um prédio gigante, que logo reconheço: Empire State e atrás tem um velho. – Conhecem? É um dracma, moeda do Olimpo. Na frente tem a imagem do Empire State, onde no 600º andar os deuses se abrigam e atrás Zeus, o senhor dos céus e do Olimpo.

Não sei mais no que acredito, é tudo verdade. Meu deus, ou no caso, meus deuses! Depois vou querer uma explicação para tudo isso, porque... Não estou entendendo nada, muito menos acreditando, mas é real... De repente aparecem monstros do outro lado da rua(que era enorme), e eles vem lentamente nos pegar

- Rápido, eles vão vir nos pegar!

- Acalmem-se... – ele dá uma pausa e em seguida continua - Stêthi , Ô hárma diabolês!

Para meu azar entendo direito o que ele quis dizer:” Pare, Carruagem da Danação!”. Ele joga o dracma e o chão começa a virar lodo, sendo que depois um carro que parece feito de fumaça sai de dentro e o vidro vai se abrindo. Uma mulher velha sem nenhum olho e um dente pergunta:

- Passagens?

- Sim, três para o Acampamento Meio-sangue. – responde Thomas.

- Podem entrar – diz a velha, e então a porta se abre e entramos. Desde que vi aquele táxi sabia que não seria bom... As velhas, que eram três, as Irmãs Cinzentas de acordo com o táxi ficavam brigando o tempo inteiro para ver com quem ficava o único olho, que passava de mão em mão e o único dente. No fim, a que dirigia ficou com o olho e a do meio com o dente.

Devo ter dormido no ombro da Allison, que vergonha! Mas foi bom, e chegamos no acampamento sãos e salvos, mas com o psicológico abalado pelas curvas e gritos das velhas. Thomas vai na frente, Alli no meio e eu bem para trás, ainda não acreditando nesse “novo mundo”.

Primeiro passamos por várias árvores, até encontrar uma entrada que dizia: “Camp Half-Blood”, ou se preferir, Acampamento Meio-Sangue. Olhei lá para dentro, era maravilhoso. O verde de suas gramas reluziam, as construções da Grécia organizadas, perfeitas. Havia um rio lá no fundo, e a vontade que me deu foi dar um mergulho lá. Também haviam as pessoas, ou semideuses, todas com uma roupa laranja.


Estava tão alucinado com a beleza do acampamento que nem notei uma criatura ao nosso lado. Thomas pareceu normal, mas eu e Allison nos olhamos e então olhamos para o “monstro” ou seja lá o que for.

- Bem vindos ao Acampamento Meio-Sangue – dizia um homem metade cavalo.









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Última edição por Cabeça de Alga em 7/1/2013, 20:11, editado 1 vez(es)

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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 6/12/2012, 11:03

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Are the three?


A girl jealous and two gods captured.





Segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.


Um pouco longe dali...


- Thomas, prepare-se! Irei te matar, imbecil! – eu dizia sozinha com muita raiva. Como ele pôde fazer isso?

Tudo bem, devo minha vida a ele, mas sem comentários com o que ele fez, sem comentários mesmo.

Voltando ao acampamento...


Bom, tomei o lugar do Arthur e agora eu vou falar um pouco. Meu nome é Allison Von Taylor, e venho de Londres. Lá fui criada por meu pai, Rafael Von Taylor, o melhor arquiteto do mundo e até hoje minha aspiração. Soube que minha mãe é Atena, a deusa da inteligência, estratégia em batalhas e várias outras coisas. Mas por que meu pai nunca me contou?

Foi o que ele falou no telefone, ainda tendo se passado umas... o quê? 3 horas? Eu lembro de tudo. Foi mais ou menos assim:

- Al, minha filha... peço para não ficar braba comigo, sempre cuidei de você como sua mãe pediu. Em toda sua vida nenhum monstro a atacou. Atena me advertiu que quando você fizesse uma viajem seria o nosso adeus, e soube exatamente que era o momento quando você foi para Paradise. – uma pausa longa é feita pelo telefone. Se ele não fosse rico, teria saído muito cara essa ligação – Sabe filha... Sua mãe era linda, era inteligente e culta, mas ela nunca chegará aos seus pés. Você é humana, você tem sentimentos, ela não. Só por ser imortal se acha, não seja igual a ela, por favor. Não me arrependo de ter amado-a, muito menos de você, mas não quero que se torne igual a sua mãe.

- Sim pai, eu acredito e perdoo você por nunca ter me contado isso. Mas... e agora? O que faço? Volto para casa? Fico em Paradise, ou vou nesse tal acampamento para crianças “especiais”, como todos dizem...?

- Acampamento meio-sangue. Foi para lá que Atena me disse que você deveria ir. Lá é o único lugar seguro para pessoas como vocês. E a propósito, me deixe falar com esse Thomas, já que ele é maior e vai levar vocês até lá, por favor.

- Acho que agora não vai dar pai, ele está matando minha professora de matemática, que é um monstro meia cobra meio outro animal que não sei dizer qual é. – dou um pequeno sorriso.

- Matemática, é? Você precisa saber isso para ser uma grande arquiteta, já que aspiras tanto isso! – acho que ele deu um sorriso também pelo seu modo de falar. Pronto, estamos de bem de novo...


Bom, em relação à aquela criatura que nos deu oi, é Quiron. Ele é um centauro, metade cavalo e metade homem. Sua função é cuidar do Acampamento e treinar os semideuses... Ele me dá um pouco de medo, mas acho que nos daremos bem com o tempo. Quando cheguei no acampamento e eu já sabia quem era meu parentesco divino, fui destinada para o Chalé 6, o chalé dos filhos de Atena. Ele era muito bonito, não suas cores que eram bege e branco, mas sua arquitetura era perfeita. Quero muito aprender a fazer algo daquilo, mas tenho que treinar mais.

Arthur ficou com o Chalé 3, o chalé dos filhos de Poseidon, que para seu azar ele era filho único, já eu tinha vários irmãos e irmãs, todos mais ou menos da mesma idade. Fico imaginando como minha mãe pode ter tantos filhos com idades tão parecidas, mas então lembro que ela nasceu da cabeça de Zeus... E se seus filhos nascessem assim também? Não quero nem imaginar essas coisas.

Enquanto isso na entrada do Acampamento Meio-Sangue...


- Thomas, eu não acredito! – falava uma linda mulher, que deveria ter em torno de uns dezoito anos, e é claro que eu a conhecia, Aria.

Suas vestes eram como sempre: um vestidinho meio curto de cores lindas. Ela não era magra, mas também não era gorda, era perfeita. Sua face... meus deuses, sua face... Parecia que o Velocino de Ouro estava dentro dela, pois cada vez que eu a via ficava mais apaixonado, se é essa a real palavra.. Seus olhos eram de um Castanho escuro, cabelos pretos e pele clara. Tudo combinava nela, sem defeitos, com a exceção de ser muito vingativa.

- Olá Aria, também te amo. – eu dizia irônico – Mas o que aconteceu para a Princesa do Céu ficar tão... estressada? – esqueci de comentar. Ela era filha de Zeus, mas preferia ver qualquer deus, menos seu pai e Hera, a mulher dele. Elas já haviam tido alguns confrontos de palavras, e eram inimigas mortais.

- Você! O que mais? – ela ficava mais linda furiosa – Hera me encontrou de novo, e disse que você havia passado lá para tomar um chá!

- Áh, claro. Sempre sou convidado para tomar um chá com a Rainha dos Céus. Com certeza. – dou uma pausa totalmente irônica – Não vê que ela está te testando...? Já não chega as vacas que te perseguem o dia todo pela sua rivalidade com ela. A coitada não pode ser assim tão ruim!

- Coitada? Ela é um demônio divino, literalmente a deusa das Vacas! – cada vez mais linda. É claro que aquilo era ciúmes, mas ela não admitia... Algum dia teria de fazer isso.

- Então está bem... Mas não sei o que dizer sobre a situação. Não fui tomar chá com ninguém, e as coisas aqui no Acampamento não vão muito bem. Hoje trouxe mais dois e matei uma professora de matemática, que era um monstro, literalmente.

- Filhos de quem? – ela pergunta interessada.

- A menina de Atena, normal. Mas o que me incomoda é o menino... Filho de Poseido, nosso primo. – dou terrivelmente uma pausa,ah, como sou dramático – A profecia... Será?

- Espero que não. E também não podemos contar nada a ele, se não sai correndo do acampamento. Mesmo não querendo acho que é a hora... 3 dos 3 grandes. Quem mais seriam?

- Verdade, mas se for ainda demorará, principalmente depois da crise que o Olimpo está passando.

- Que crise? – ela pergunta quase aflita.

- Os gêmeos foram sequestrados. – digo sem muita emoção, o que torna a frase mais emocionante.

No Chalé 3...


Acabo de descobrir que não tenho meios-irmãos no Acampamento, o que pode ser bom e ruim. Bom porque fico com o chalé apenas para mim e ruim porque fico sozinho. Thomas sumiu, precisava falar com ele, mas como já passou da hora do jantar está na hora de todos dormirem, então amanhã falo com ele, espero.

Bom, falando do chalé ele é muito lindo, todo enfeitado de pedras do mar, e dentro tem uma cachoeira com uma estátua de meu pai. Cheira maresia, o que me faz dormir mais rápido, e ter sonhos mais rápido também...

Toda noite tenho sonhos, e nesta não foi diferente. Não era eu, não era ninguém que eu conhecesse. Estava em um lugar sem ninguém, mas quando fui me aproximando havia duas figuras acorrentadas de costas para a outra. Não identifiquei quem eram, mas deles radiavam uma energia... impressionante.

Seriam deuses? Não sei, mas acho que sim. O homem era grande e musculoso, um pouco quente, talvez. A mulher tinha os olhos ferozes, mas a aparência era de uma criança. O “eu” estava começando a falar algo assim:

- Difíceis de capturar, mas não impossíveis. Já pegamos dois de doze, espero que nenhum escape e nem venham ajudas... e se vierem... – uma pomba que estava voando por ali foi atingida por uma flecha de ouro, e então foi lançada no fogo e dissolveu-se.

Acordo, e tenho a certeza de que esse foi o pior sonho (ou pesadelo) que já tive.









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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 6/12/2012, 14:44

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Terça-feira, 19 de fevereiro de 2013.


Passo a primeira manhã apenas com Allison. Decido não contar meu sonho para ela, mas eu ainda precisava conversar com Thomas, e para ele talvez contasse a possível realidade que se manifestou durante meu pesadelo.

- Você parece cansado, ou sei lá, aterrorizado. – ela disse normalmente com seu inglês meio enrolado.

- Não consegui dormir direito, ainda estou me acostumando. – menti, mas minha consciência está limpa, não iria assustar a pobre menina com minhas coisas de gente louca.

Ela apenas faz um sinal de sim com a cabeça e vemos as pessoas passarem. Eram tantos e tão diferentes. Acho que ela pegou melhor o jeito do Acampamento que eu. Claro, ela tinha irmãos e irmãs para ensinarem ela e eu ali, apenas sozinho com a estátua de meu pai e sua fonte cheia de dracmas de ouro.

Cada pessoa que passava ela dizia o parentesco divino, menos as filhas de Afrodite, eram meio óbvias. Bem, se formos analisar, nós somos primos de 2º grau. Mas para que existem primas? Para não “pegar” irmãs. Acho que agora eu comecei a entender esse ditado e estou gostando.

Não, não sou tarado, apenas gostei dela, de como ela me trata e como somos parecidos, agora eu já sabia o porquê. Estão todos falando sobre algo com deuses desaparecidos, e rezo para eles que não sejam os dois que eu vi. Pobre menininha, acorrentada junto a um homem adulto. Ela não merecia isso, mas afinal, o que uma criançinha tão pequena tinha a ver com isso? Não era possível ela estar envolvida, ou era?

Após o almoço chega Thomas, junto com uma menina, que para minha sorte meu sonho se concretizara. Sim, era a menina com quem eu sonhava desde pequeno, junto com o homem a seu lado. E Maria, a professora, que foi morta... Acho que essa parte não se encaixa muito bem, mas... Quem sou eu para contradizer meus sonhos?

Vou na direção deles e sou apresentado a garota. Aria era seu nome, filha de Zeus e literalmente minha prima. Bem, ali estávamos entre primos, Thomas era filho de Hades, mas ouvi dizer que para namorar alguém só não é permitido se for do mesmo chalé. Interessante isso, não? Porque eu notei que meu amigo estava obsecado por aquela garota, e acho que era correspondido.

- Acho que devo contar para vocês o que sonho desde criança. – eles não responderam, apenas ficaram me fitando como se eu fosse um louco estranho – Bem, eu sempre sonhei com nós três, sendo que não conhecia vocês lutando contra minha professora de matemática. Estranho? Até de mais.

Ambos se olham e fazem uma cara de desgosto. Logicamente seria um problema ruim, para variar.

- Bem, Arthur, não sei se somos permitidos para contar isso, mas existe uma profecia, e das grandes que falam sobre três meio-sangue filhos dos três grandes. – ele dá uma pausa dramática – Sim, achamos que esses três semideuses são nós.

Fico meio apavorado, mas decido ouvi-los.

- Qual é essa profecia? – pergunto.

- Não sabemos de cor, apenas Quiron sabe. Nós, os semideuses só podemos tomar conta de que existe e sobre o que fala, sem mais nem menos. – respondeu Aria. Ela era sábia além de bonita. Entendi o porquê de Thomas ter se apaixonado.

Continuamos conversando sobre outras coisas, e então vou para o meu chalé relaxar um pouco com aquele cheiro de maresia.

Enquanto isso próximo ao Chalé 1...

- Eu te disse. Somos nós. – Thomas fez uma cara de pobre coitado, mas ficou até fofa a meu ver.

- Infelizmente estou começando a achar que é verdade. – agora quem fez a pausa fui eu – Deveríamos perguntar a Quiron sobre a profecia, e também sobre os gêmeos.

- Concordo Aria, mas então vamos logo que não podemos perder tempo nessas circunstâncias. Meu pai tem me informado tudo que acontece no Olimpo, mesmo não estando lá... Acho melhor continuarmos em outra ocasião, a Lucy está começando a me perseguir, de novo.

Olho para o lado e realmente, Lucy estava lá. Claro, ela era muito bonita, mas eu era mais. Seu pai era Tânatos, o deus da morte. Ela gostava de Thomas, e sim, eu tinha ciúmes. Eram muito próximos por causa dos pais, quando ele ia para o mundo inferior ela ia de atrás. Eu nunca fui lá e se Zeus quiser nunca irei.

Despeço-me de Thomas e entro para o Chalé 1. Odeio o chalé, odeio meu pai e odeio a estátua gigante que tem dele no meio do chalé. Isso estraga tudo. Ele está de chinelo, com uma camisa abotoada e bermudão, dando para confundi-lo com Poseidon, o deus dos mares. Não gosto de ficar olhando para aquela estátua, e Quiron me proibiu de quebrá-la, então pedi para um dos meninos de Hefesto colocarem um fio de roupas entre minha cama e a estátua, só que até o alto do chalé, que era bem grande. Saí eu coloquei minhas cobertas para tapar, ficando apenas com uma. Às vezes fico com frio, mas valeu a pena.

Estou confusa em relação aos meus sentimentos. Bem, eu sei que vocês acham que eu amo o Thomas, mas ele é meio velho, e também é muito cobiçado. Mentira, eu amo ele sim. Mas a vergonha de admitir e também o ciúmes não são tão fáceis de combater. Acho que Arthur entendeu o que rola entre nós, então... vou falar com ele! Que ótima ideia. Eu sou de mais ou não?

Me levanto, tento não olhar para a gigante estátua e vou em direção ao Chalé 3. Olho pela janela e vejo Arthur deitado olhando para uma fonte com a estátua de seu pai. Ele deve estar acordado, então bato na porta. Ele se levanta e me convida a entrar. Entro e sento na cama dele, e ele também.

- Arthur, eu preciso muito falar com você! – eu falava quase aflita, e apenas agora pude notar o garoto. Ele era bonito, mas não tanto como Thomas. Seus olhos eram um verde mar, que combinavam com tudo nele. Era mais musculoso que Thomas, mas também parecia bem crianção. Sim, ele era filho do deus dos mares. Com certeza era. Haviam feições bem parecidas. Sim, já conheci Poseidon, mas foi muito breve, nem merece eu contar a ocasião, se bem que foi muito legal.

- Pode falar Aria! Sobre o que é? – acho que ele não se sentia muito bem a vontade com minha presença, mas ele tentava o máximo. Seu chalé ainda estava meio desorganizado, mas sabia que ele poderia arrumar quando quisesse.

- Thomas. – peguei a pausa da fala dele, porque isso ficou muito dramático. Vejo sinto meu rosto ficar sério e o dele também. Pronto, achei um assunto que irá me agradar. Espero que ele me ajude, mas não tem porque de não ajudar.







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NÃO PERCA NO PRÓXIMO EPISÓDIO:

- Estamos enviando três semideuses em uma missão para resgatarem os deuses gêmeos no domingo.




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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 10/12/2012, 13:01

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Terça-feira, 19 de fevereiro de 2013.


Thomas? Bem, se ela pediu, fazer o que, né? Preferia conversar sobre a Allison, mas como ainda é cedo achei melhor não, vou deixá-la perguntar, falar, sei lá... o que quiser fazer. Aria me olhava com uma expressão de dor, mas não tinha como ela estar sentindo dor, então continuei normal.

- Bem, acho que eu estou gostando dele. – Ava, sério? Nem dá para notar. Fiquei olhando-a incrédulo, e acho que a assustei um pouco. Apesar da sua aparência frágil, ela era frágil também, mas escondia isso muito fundo. Queria muito vê-la lutar para ver como reagiria, sendo uma filha de Zeus.

- Eu sei – digo como se isso não fosse novidade para mim faz muito tempo. Desde que vi os dois juntos soube o que isso significava. Bem, acho que esse era um trabalho pra algum filho ou filha de Afrodite, mas eles são muito traiçoeiros, acho que me encaixo na tarefa de ajudar dois amigos. Sim, eu acho.

- Teria como você me ajudar? – ela perguntou em um tom que eu notei piedade. Não tinha motivo nenhum para não aceitar o pedido, e também não tinha motivo para recusar. Seus cabelos pendiam para o lado, o que ajudou na cena, então nem demorei para responder.

- Com certeza! – nesse momento aparece Thomas na janela do chalé, provavelmente havia chegado agora, então nem ouviu a conversa. Abro a porta e Aria sai as pressas. Ele entra e senta na minha cama também, no mesmo lugar em que a menina esteve e sento também.

Ficamos um tempo em silêncio, até que ele se manifesta e logo sei o assunto novamente. Aria. Sim, eles me acham com cara de Cupido, mas tudo bem, vou os ajudar. Acho que não vou ter chances com Allison, ela apenas me olha como um amigo.

- Já sabe sobre o que é, né? – ele me olhou também com uma cara de piedade. Meus deuses, como eram puxa-sacos.

- Aria? – pergunto rapidamente.

- Sim. Estou gostand... – interrompo-o.

- E ela também. E sim, vou te ajudar...! – acho que fui meio grosso, mas poupei nossas salivas e principalmente minha paciência, não conseguiria me concentrar o suficiente para poder pensar nas mesmas respostas que dei a Aria.

- Acho que era isso. Obrigado – ele saiu quieto, o que estranhei. Espero que não tenha ficado ofendido.

Conduzo-o até a porta e nos despedimos, mas quando ele ia saindo volta. Acho que ele se esqueceu de falar algo... e lá vamos nós...!

- Eu e a Aria vamos falar com Quíron. Quer vir conosco? – ele pergunta franzindo os cenhos, o que me pareceu ser importante. Perguntariam sobre a profecia? Talvez. Decido ir junto, e então o sigo até o chalé 1 novamente, onde junto com Aria vamos em direção à Casa Grande, local onde fica Quíron, o diretor de atividades e o Sr. D., Dionísio, o deus dos vinhos.

Ponto de vista: Aria


Nós três vamos andando com o destino a Casa Grande, e quem visse parecia que éramos um time faz tempo, e talvez tivéssemos de aprender a ser um. Acredito que time não seja a melhor palavra a isso, e sim Equipe. É, equipe soa bem para o que parecemos, uma equipe de três.

Chegamos lá e os dois estavam jogando cartas. Chamamos Quíron em particular e Thomas começou a explicar as coisas para ele.

- Nós três pedimos uma missão. – ele falou antes de tudo, deixando todos surpresos, principalmente Arthur. O menino me olha com susto para mim, e o ignoro, finjo que não vi enquanto Thomas volta a fala – Sabe a Grande Profecia? Ainda não é a hora, mas tenho praticamente certeza de que ela fala de nós. Se pudermos fazer uma equipe de três e nós irmos em uma missão, talvez aprenderemos coisas junt... – ele foi interrompido por Quíron.

- Ótimo. Adorei a ideia. – ele disse com pressa e olhou para Dionísio – Tem absoluta certeza que está acontecendo aquilo no Olimpo dos deuses sequestrados?

- Sim – ele disse com rispidez.

Vejo que Arthur quer falar algo, mas sem um empurrãozinho ele não fala nada, então ajudo-o com as palavras.

- Pessoal, acho que Arthur quer falar um pouco. – como esperado ele me olha com uma cara estranha, mas conta o sonho que teve dos dois deuses acorrentados.

Dionísio olha para Quíron. Que suponho que estava um pouco apavorado.

- Olhem crianças... Muitas vezes eu vi um deus ou deusa ser sequestrados, mas dois? Nunca vi, e principalmente esses dois, e juntos. A missão será concedida, hoje durante a janta Rachel será mandada para fazer uma profecia. O líder será Thomas, e ele escolherá vocês dois. – Quíron deu uma pausa – Mandarei uma equipe secundária, para quaisquer controversas.

- Quem? – quis saber rapidamente.

- Caleb e mais dois. – respondeu Dionísio do fundo. Claro, Caleb era seu queridinho, mesmo não sendo deu filho. Caleb era filho de Apolo, um dos deuses acorrentados, o que poderia prejudicar a missão, ou ajudar.

- Ele não! – controverteu Thomas, mas ninguém respondeu e Quíron mandou-nos retirarmos dali.

Fomos para perto do chalé 4, o chalé de Deméter para conversar, o que não deu certo, já que havia um menino ali. Se eu não me engano era David Allen Carver. David era um menino de uns 12 anos, eu acho e ele não se enturmava com ninguém, a não ser com seus irmãos, irmãs e Yanna, uma filha de Afrodite.

- Olá David! – disse Thomas, mas no mesmo instante o menino sai correndo e entra para dentro do chalé – Acho que ele tem medo das pessoas, e principalmente de mim, que sou um filho de Hades. – ele dá aquelas pausas dramáticas dele... ah, como eu amo... – Voltando ao assunto, eu odeio. O-D-E... Tá, não vou conseguir soletrar tudo, mas eu odeio aquele Caleb.

- Por quê? – pergunta Arthur desconfiado. Acho que ele já havia “engolido” a história da missão, que sorte.

- Bom, acho que é meio pessoal, então, desculpe, mas prefiro não falar. Simplesmente odeio ele. Quem será que ele vai escolher? - pergunta Thomas aflito.

- Não sei... Talvez... Yanna? – digo.

- Sim, com a plena certeza... – responde Thomas. Vejo que Arthur está meio perdido, mas tudo bem.

Já estava ficando tarde então nos despedimos e esperamos pela janta, que ocorre rapidamente e vamos todos, jantamos, fizemos nossa oração para os deuses, e então...

Ponto de vista: Allison.

Bem, tenho estranhado que Arthur não veio mais falar comigo, ele passou praticamente o dia inteiro conversando apenas com Aria e Thomas... Não, não é ciúmes, é que entramos juntos... mas bem, depois continuo falando, agora é a hora de Quíron falar sobre uma missão.

- Olá campistas. Venho anunciar agora que seis campistas pareceram em uma missão. – ele dá uma pausa – Quero convidar Rachel, nossa oráculo para vir aqui na frente – quando ele fala isso, uma menina ruiva muito bonita passa ali na frente.

- Boa noite semideuses! – ela disse num tom alegre.

- Continuando... O primeiro time para a missão será escolhido por Thomas – então, o menino filho de Hades vai ao lado direito de Quíron e começa a falar.

- Escolho Aria e Arthur – todos os campistas começam a cochichar entre sim, não sabendo o motivo da escolha – Acho que nós três somos os semideuses da profecia, assim, prefiro que façamos uma missão juntos antes da grande profecia.

Os murmúrios param, e todos voltam ao normal, achando a explicação muito boa. Os dois escolhidos vão para o lado de Thomas, e me enfureço totalmente. Arthur já estava conhecido pelo Acampamento: oh, olhem o filho de Poseidon. Ou: Talvez os três sejam da profecia. E eu? O que eu estava fazendo ali naquele acampamento? Sou um nada!

- Quem liderará a segunda missão é Caleb – assim, o menino muito orgulhoso vai e fica do lado esquerdo de Quíron – Possa escolher mais dois campistas para ir junto com você.

- Eu escolho Jennifer, filha de Quione e Yanna, filha de Afrodite. – Jennifer estava em uma mesa, sozinha e vai em direção à Caleb e Yanna sai cheia de vivas de seus irmãos da mesa cheia.

- Muito bem. Thomas faça a pergunta da profecia para Rachel. – disse Quíron curvando-se o máximo que pode, já que era um centauro.

Thomas dá um passo a frente, determinado e olha no fundo dos olhos de Rachel, o oráculo.

- Oráculo, o que devemos fazer para dar a paz ao Olimpo e salvar os deuses acorrentados?

Rachel começa a soltar uma pequena fumaça verde da sua boca, e então começa a falar com uma voz que realmente, r-e-a-l-m-e-n-t-e não era a dela.

Dois deuses presos estarão,
E três meio-sangues por eles buscarão,
Um de seus pais os atrapalhará,
Mas a busca prevalecerá,
O amor irá atrapalhar,
A barreira pronta para iluminar.


Um silêncio domina todos, e então Quíron se manifesta.

- Arthur, Thomas e Aria ficarão responsáveis por salvar os deuses acorrentados. Caleb, Jennifer e Yanna serão como uma segunda equipe... se algo der errado. Por início apenas os três saem, a segunda equipe fica no acampamento.

O silêncio ainda domina e então Quíron termina:

- Estamos enviando três semideuses em uma missão para resgatarem os deuses gêmeos no domingo.







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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por - Yuuta Uckher em 10/12/2012, 13:11

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Tem fic melhor?

Eeu acho que não, ta simplesmente, ótima.

Misteriosa, bem escrita, decorada '-'...

Só falta uma coisa, eu '' personagem '' fazer algumas coisas importantes na fic e.e

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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 10/12/2012, 20:49

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Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013.


No outro dia em uma pequena salinha na Casa Grande...


- Não acredito que nos deixaram como secundários! – eu disse intrigado – Estamos no acampamento desde que nascemos, praticamente!

- Acalme-se Caleb – Yanna falou com uma voz tão doce, e ao mesmo tempo tão mandona, que me acalmei rapidamente, esquecendo praticamente o motivo por que estava bravo.

- Usando sua sedução? – disse Jennifer olhando de cara feia para Yanna - É como sempre digo... Ser filha de Afrodite é a mesma coisa que dizer escandalosamente: Venham todos ni mim. Já eu, sou filha de Quione, digo menos escandalosamente e mais sensualmente... Certo, Caleb...?

A menina me olha tão profundamente como se fosse me engolir, e acho que se eu deixasse ela iria, mas então ela para quando eu começo a emanar calor.

- Não seja grosseiro, Caleb-kun – disse ela em um tom de sedução.

- Kun? – pergunto sem saber o que é.

- Esquece, eu curto animes – ela responde e tudo começa a esfriar e deixo assim, já que eu poderia derreter tudo, é melhor que fique frio, mas não sinto nada disso.

- Esqueceram de mim? – pergunta Yanna lá no fundo – Acho melhor voltarmos a conversar da missão.

- Certo, acho que nos perdemos no meio da conversa. – dou uma pausa para seduzir – É meu pai, eu preciso ir salvá-lo!

- Quem sabe não salvamos só seu pai e deixamos Ártemis lá? – zombou Yanna, mas viu que olhamos para ela com cara estranha e desistiu de fazer piadinhas sem graça, espero. Filhas de Afrodite são as minhas menos preferidas, elas são muito atiradas, mas essa filha de Quione... essa sim terá que ser minha. Fogo e neve não combinam, mas vamos ter que encontrar um meio termo.

No chalé 4...


Queria ser maior, mais poderoso. Ninguém vai me escolher para fazer uma missão. Primeiro porque sou pequeno, e segundo porque minha mãe é... Deméter. Quem no mundo a conhece? Tudo bem que os gregos a idolatravam, mas aqui era diferente. Terei que me mostrar forte não apenas nos afazeres que nós, filhos da deus das colheitas temos.

- David, você sabe que é o nosso melhor, venha logo nos ajudar na plantação de Morangos! – dizia um de meus irmãos. Bem, eu sinceramente era o melhor entre meus irmãos e irmãs mais velhos e mais novos. Tanto nos poderes herdados de nossa mãe como em batalha, por isso eu era o conselheiro do chalé.

Fui em direção aos campos de morangos, e apenas erguia a mão para tirar as sementes que não prestaram e abaixava para por novas. Quanto aos morangos ainda não estavam prontos. Pego minha foice e digo a meus irmãos que vou cortar os capins, mas quando estou indo ouço um murmúrio de que havia um minotauro atacando o Acampamento, e talvez eu podesse mostrar minha verdadeira força agora. Vou correndo em direção a Colina Meigo-Sangue e quando chego lá havia uma menina, provavelmente Lucy batalhando contra o minotauro sozinha.

Na batalha...


De repente eu estava aqui, na Colina Meio-Sangue e um minotauro aparece. Eu estava sozinha, então comecei a batalhar com ele, e espero que ninguém me interrompa. Antes de começar olho para a plateia que havia se formado para ver minha luta e lá estava Thomas. Uma fúria corre pelas minhas veias e olho para o minotauro, dizendo:

- Heey, você me atrapalhou, eu estava fazendo uma canção para o Thomas! – digo muito furiosa e então pego minha foice, que sempre aparece magicamente quando eu preciso e avanço em direção da coisa-gigante-chifruda. Quando ele vem em minha direção invoco alguma alma do submundo e ela se “enfia” na minha frente, me defendendo de um baita ataque do minotauro – É agora ou nunca!

Faço pequenas asas negras aparecerem nas minhas costas e dou um pulo em direção ao minotauro, arrancando um de seus chifres com a Foice e então a cravando em sua cabeça e após ceifando sua alma com o auxílio da foice.

Todos olham para mim e dão vivas, então pego o chifre que estava caído no chão e o levanto, sendo recebida com mais aplausos e vivas. No fim, todos me levam colina à baixo me carregando, e um deles é Thomas. Quase desmaio de alegria, mas tento parecer normal., ou quase.








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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 27/12/2012, 18:09

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Sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013.


- Diga-me o que quer, quentinho – eu dizia soltando um pouco de gelo da minha boca, mas apenas o vapor, sabe?

Caleb olha para mim com uma cara de quem gostou e pergunta:

- Quem sabe não esquecemos um pouco dessa missão, e... – ah, quer saber... Para um homem quente ele demora de mais, sabe? O puxo para dentro do meu chalé, fecho as portas, as cortinas e ligo a luz, perguntando:

- Ligada ou desligada? – vejo um pequeno temor no rapaz. Noob, eu sei. Desisto da minha intenção, deixando a luz ligada e indo para a cama aos beijos com ele.

Do lado de fora do chalé... (Yanna)


Sabia! Caleb está me traindo com essa geladinha, mas vou fazer isso ser um pouco... Estranho para os dois.

- Áh! Aqui vai, a melhor praga que eu conseguir! Pombas, que atormentem ambos pelo resto do dia! – de início nada acontece, mas quando saio um pouco de perto uma pomba começa a bicar a janela do chalé , e então outra, e mais outra, até que o chalé se forma uma casa para pombas.

Saio correndo dali e vou retocar minha maquiagem e meu batom, que estavam escandalosamente horríveis ao meu ver. Pego pela mão o primeiro filho de Hefesto que vejo. Ele era forte, musculoso, mas feio. Nada comparado aos meus irmãos.

O levo em direção ao chalé das pombas, e comoço a beijá-lo. Coitado, não deve estar entendendo nada, mas bem que está gostando de ter uma filha de Afrodite cheirando seu cangote. Os pássaros continuavam bicando, e já não se dava para escutar mais nada que vinha lá de dentro. Eles pararam! Consegui!

- Quem é você? – digo saindo de perto da prole de Hefesto – Desencana, garoto!

- Mas... – ele começa e o interrompo.

- Vaza logo! – dou uma de linda absoluta, como se ele tivesse me arrastado até ali. Ele fica me olhando com os olhos quase esbugalhados – Está esperando o quê?

Sinto a aura de Afrodite sobre mim. É sempre assim, quando despedaçamos o coração de algum garoto(principalmente os de Hefesto) nossa mãe nos dá uma aura. Em geral, nos filhos de outros deuses essa aura faz eles ficarem mas fortes, mas no meu caso, mais bonita. Ainda estou escorada no chalé, quando Jennifer e Caleb saem dele. Me escondo atrás do chalé, onde eles nunca iriam me ver. Começo a escutar eles:

- Que pombaiedo, não? – dizia Caleb.

- Eu conheço isso. Essas aí vivem no meu chalé. É uma maldição de alguma filha mal-caráter de Afrodite. – Jennifer diz, dando um risinho depois.

Como ela descobriu assim tão rápido? Malditas sejam minhas irmãs que já fizeram isso para ela! Não dou tempo e saio correndo, tentando não ser vista. Acho que consegui, mas quando vou abrir minha boca para falar escuto uma irmã minha.

- Meus deuses! Estou rimando, agora só falta sair cantando!

Como? Já sei, Caleb falou com seus irmãos e eles nos mandaram uma praga forte... Tudo por minha culpa! Ouço rimas para todos os lados, e não ouso abrir a boca, mas uma hora teria de tentar, e quero ser bem ofensiva!

- Apolo, o deus sol com seu filho mongol! – pronto. Atraí todos os olhares para mim. Todos os filhos de Apolo pegam seus arcos, e nós, filhos de Afrodite pegamos nossos espelhos como escudo. Agradeço a minha praga. As pombas apareceram e nos defenderam. Ninguém saiu machucado, nem os animais.

- Nunca mais joguem praga em nenhum de nós – falou uma menina de Apolo.


- Digo o mesmo, cara de torresmo – respondo com um ar debochado. Eles parecem que vão atacar novamente, mas voltam a se empoleirar no seu chalé, enquanto eu e meus irmãos vamos nos arrumar.

Ponto de Vista: Jennifer...


Tudo bem... Me deixaram aqui, sozinha...








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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 7/1/2013, 18:58

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The hunt is on of the

daughter of Afrodite.


The twin gods are kidnapped ...





Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013.


- Lady Ártemis! – é a última coisa que me lembro e que grito, então acordo subitamente.

Escuto um zumbido, deve ser um grilo, mas o resto está calmo, até de mais. Por ser a assistente oficial de Ártemis, deusa da caça tenho uma cabana só para mim, o que ainda não descobri se é bom ou se é ruim. Penso em dormir de novo, mas me lembro do meu sonho. Lady Ártemis junto com Lord Apolo, seu irmão gêmeo, sendo capturados por uma coisa que nem eu sei o que é. Eu estou lá, mas não consigo me mover e nem gritar, então escuto um sussurro da deusa:

- Satami, minha brava caçadora... Não tentem me salvar sozinhas, vão até o acampamento. Foi o que Apolo me viu, está previsto...” – e então retomo minha habilidade de falar. Grito “Lady Ártemis”, e então acordo para o momento que estou agora.

Foi só um sonho? Não sei dizer, nós caçadoras, principalmente eu, que sou uma semideusa também temos alguns sonhos, e muitos podem ser realidade, ou seja, acontecerem no futuro ou... Ou estar acontecendo agora.

Me levanto com um pulo, saio da minha cabana e vou até a cabana mais distante a de Ártemis. Empurro minha mão e abro a cabana rispidamente. Dou um grito de terror. Não há ninguém ali. Meu sonho estava acontecendo.

Logo enchem de caçadoras à minha volta. Elas devem saber o que está acontecendo, são todas mais velhas que eu. Bem, não na aparência. Elas tem entre 13 e 16 anos, já eu, tenho 19. Elas estão na caçada faz o quê? Quatrocentos anos? Não sei, mas a minha... Completaria um ano hoje.

Não falo nada sobre o meu sonho. Muito menos de ir para o Acampamento Meio-Sangue, odeio aquele lugar, assim como odeio minha mãe, Afrodite. Para falar bem a verdade, Ártemis e as caçadoras odeiam Afrodite e suas filhas, mas eu sou uma exceção. Odeio minha mãe, odeio o que ela significa. Ártemis me procurou para mim participar da caçada, e eu aceitei e desde então virei sua assistente pessoal. No início as outras meninas tiveram inveja e preconceito, mas hoje elas são minhas amigas e eu delas.

Depois das coisas aprontadas(o que demorou mais que o normal já que Ártemis não estava ali) nos debandamos do nosso local com destino ao Empire State, ou seja, ao Olimpo. Sim, o Olimpo, a cede dos deuses gregos fica no Empire State.

A viagem foi tranquila, então resolvemos parar para um lanche no meio da selva. Haviam alguns esquilos e coelhos selvagens ali. Os matamos, acertando no olho deles, os descascamos acendemos uma fogueira, os colocamos no fogo e depois comemos toda a carne, sem deixar nada.

Depois do lanche, que suponho que tenha sido o almoço, vamos para um lago que tem uma cachoeira ali por perto. Nadamos e brincamos com um pouco de receio sem a nossa deusa estar ali, então saímos apenas por dó em, voltando a nossa rota.

Estávamos longe do destino, mas isso não nos impediu. Vamos pela mata, onde somos mais fortes e ágeis. Meu arco sempre preparado para alguma coisa aconteça, mas nada. Bem, já estávamos contando com a vitória quando ouço um rugido muito forte de longe.

- O que é isso? – pergunta uma caçadora a qual nunca soube o nome, e se essa coisa chegasse perto e nos devorasse talvez nunca soubesse.

- Não sei, mas é grande e forte – depois que falo noto a bobagem. Avá que era grande e forte, Satami! – Espere... Não é o que estou pensando, certo?

Claro que é. Grande, forte. Rugidos amedrontadores mesmo de longe. Sempre fomos treinadas para matar esse monstro, mas estou rezando para que não seja este...

- É um Drakon, olhem! – falou a mesma menina. Sim, era um Drakon, um monstro terrivelmente forte. Dava para ver a sua cabeça de dragão, totalmente vermelha e assim como seu corpo, cheia de escamas.


Todas começam a gritar e eu grito junto até perceber que sem Lady Ártemis aqui, a líder sou eu. Paro de gritar e todas seguem meu exemplo. Preparo uma flecha de prata, assim como todas e então grito como ordem:

- Atirem! – então uma saraivada de flechas passa zunindo por todas nós, indo em direção ao Drakon. As flechas cravam nele, mas se nenhum dano profundo, apenas fazendo com que o monstro ruja novamente e com uma de suas patas afunda uma caçadora no chão. “Menos uma”, penso.

Pego três das dez flechas explosivas que tenho e atiro no olho direito do monstro, surtindo um bom efeito. Pego as outras sete e posiciono no arco. Atiro cinco no olho esquerdo e as outras duas no direito. Ele fica parcialmente cego e avisto algumas caçadoras subindo nele e com suas adagas arrancando partes das escamas de sua carcaça, fazendo o monstro urrar de dor.

Ele estava muito, muito bravo. Primeiramente porque o ceguei, óbvio, e depois porque estavam retirando todas as escamas de sua pele a força, ficando mais fácil de atacar. Me odeio pelo que vou fazer, mas é a última chance.

Jogo meus cabelos loiros para a frente de uma forma sensual e digo para o Drakon:

- Ei, Drakon. Pare de se mexer! – ele começou parando levemente de se rebolear por tudo, então levemente parou. Sim, estes são um dos meus poderes como filha de Afrodite, a deusa do Amor. As caçadoras se empenhavam em rasgar sua pele depois das escamas retiradas, mas mesmo assim era dura. Ele não me obedeceria pelo resto da vida, então resolto ir ajudar as meninas.

Pego minha adaga feita, segundo Ártemis de um material feito na Lua fundido com Bronze Celestial. Peço para todas as caçadoras saírem de cima do monstro e então cravo com toda minha força aquela adaga na carcaça do monstro, que se transforma em pó e eu caio no chão desacordada e toda suja, apenas murmurando:

- Me ajudem e sigam para o Olimpo...








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NÃO PERCAM, FINALMENTE NO PRÓXIMO CAPÍTULO A SAÍDA DOS MEIO-SANGUES PARA A MISSÃO.





Yatogami
Thanks Anny

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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

Postado por Yatogami em 11/1/2013, 22:27

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Hello, goddess.


A question pending...





Domingo, 24 de fevereiro de 2013.


Amanheceu, e antes de o Sol bater já sabia o que reservava pra mim hoje. Domingo, o dia em que iríamos sair para a missão-resgate de Apolo e Ártemis. Aria, Arthur e eu. Zeus, Poseidon e Hades. O que daria essa combinação? Ninguém sabe ao certo, mas talvez um dos melhores grupos para uma missão.

Arthur ainda não conhecia seus poderes nem nada, entrou muito tarde, mas ele era grande e forte, talvez servisse para um combate corpo a corpo. Antes de sairmos Quíron dará uma arma para cada um. Bem, a minha eu não preciso, já que meu próprio pai me deu uma. De um ferro preto, com o nome de ferro estígio misturado com Bronze Celestial. Ela apenas não matava monstros, como também comandava os mortos.

Aria possuía sua bainha, que quando eletrificada dava um bom corte e um bom choque. Já vi ela correndo e atacando com aquilo. Mal da pra ver de tão rápido. Além de tudo isso ela possui um Aegis. Claro, não o original, o dela a própria criou com a cabeça da Medusa, que ela matou. Eu estava olhando tudo de longe, e quando vi a pequena menina com apenas treze anos matou a Medusa, aquela que pode te transformar em pedra só com o olhar, sabe? Suas habilidades eram notáveis desde pequena. O escudo protege como um comum e ainda amedronta os inimigos com os olhos da Medusa, que já não são mais tão capazes de transformar coisas em pedras devido a muitos outros fatores que não precisam ser descritos, acredite.

Qual arma será que Arthur iria ganhar? Estou curioso para saber, já que não é segredo para ninguém que Poseidon em pessoa veio até o Acampamento através da nossa praia para entregar a Quíron uma espada com poderes desconhecidos, conhecidos apenas ao próprio deus, a Quíron e ao semideus que a usará, e tenho a impressão de que esse será meu novo companheiro de viagem. Pelo menos espero que seja, já que isso aumentaria seu poder e suas habilidades, espero.


Resolvo sair para dar uma caminhada. Se você considera ficar indo para lá e para cá na frente do chalé de Afrodite, isso foi uma caminhada, e uma das boas. Enquanto passava ali na frente olhei para cima por puro reflexo e havia uma menina lá. Nunca havia reparado nela, ou melhor, nunca havia reparado que a concha que ficava entre dois cisnes era uma janela. Ou talvez não fosse e eu estava louco. Como disse, nunca havia visto a menina, o que era estranho, já que eu era velho no Acampamento. Ela se esvai da “concha-espelho” e aparece vindo dentro do chalé de Afrodite em minha direção. Ninguém mais parecia notar a presença dela, apenas eu. Acho isso muito estranho e então saio dali normalmente, as vezes olhando para trás e conferindo. Ela ainda me seguia.

Fiquei um pouco nervoso, mas prossegui meu caminho, olhando de relance para a mulher. Ela tinha mais ou menos minha idade, talvez até menos. Sua aura jogava beleza para todos os lados, como as filhas de Afrodite, só que em uma versão maior e melhor, de mais.

Apressei o passo. Um monstro não poderia ser, estávamos dentro dos limites. Cheguei na porta do Chalé 13 e a mulher, que agora a vejo bem. Seus cabelos eram loiros e eles caíam todos para a direita, fazendo uma pequena franja. Seus olhos eram das colorações azul e verde misturados. Seu nariz arrebitado, mas simplesmente perfeito. Rosto liso. Estatura alta, peitos grandes e muitas curvas.

- Espere – ela diz com uma voz que seria irritante, mas soava doce e meiga. Paro repentinamente, como se minha vida ou algo assim dependesse disso, e talvez fosse esse o caso – Entre.

Ela me mandando entrar na minha própria “casa”? Era um abuso, mas olho para trás e vejo sua expressão. Um pouco mandona e o resto totalmente adorável. Abro a porta e faço uma reverência para ela entrar. Porque estou agindo assim? Nunca fui de fazer isso. Quem é esta mulher?

- Olá, jovem semideus – jovem? Ela tinha mais ou menos minha idade. Ou pelo menos aparentava. É aí que noto que tudo está errado. Feições mandonas e ao mesmo tempo adoráveis. Perfeição. Como fui tão tolo de não ter pensado em nada?

- Afrodite... – um golpe certeiro. A deusa da beleza estava em meus aposentos. Mas a questão é... O que ela queria? Torço para que seja...

- Deve... e está se perguntando o motivo da minha aparição – ela dá uma pausa, assim como eu – O motivo é Aria, e secundariamente essa missão de vocês.

Aria? O quê...? Áh, claro... Deusa do amor, o que sinto pela menina dos cabelos pretos que quando ela corre eles praticamente voam e... Estou me desconcentrando. Sinto a aura de Afrodite e lembro das histórias que contam no Acampamento de aparições da deusa, desencaminhando vários semideuses da honra e do caminho da fama.

- Por favor, seja breve... – fui meio rude com ela, mas essa foi minha intenção. Pensei que ela fosse me pulverizar, talvez, mas não apenas deu um breve sorriso, fazendo com que eu me arrependa de tudo que havia dito.

- Se você a ama siga o caminho do amor, acredite é o melhor. Se quiser uma vida perfeita ao lado de Aria, sem monstros, sem preocupações vá para leste, mas se quiser uma vida insegura e realmente quiser completar essa missão, vá a oeste.

Assim, a moça desaparece e fico fitando o nada. Primeiramente uma vida insegura... é essa que todos nós, semideuses temos. Mas o que me intrigou realmente foi uma vida perfeita com Aria, provavelmente ela falaria a verdade, é a deusa do amor não pode iludir. Ambos, nós dois fortes e poderosos, tento uma vida calma, pacífica e perfeita. Seria isso que eu quero?

Ainda tem o time secundário para a missão, todos totalmente aptos para encontrar os gêmeos... Estou pensando seriamente em abandonar tudo. As palavras de Afrodite, deusa do amor rondam minha cabeça: “...Se quiser uma vida perfeita ao lado de Aria, sem monstros, sem preocupações vá para leste...

Deveria eu ir para leste, levanto Aria junto? Sim. Irei levá-la para longe de todo o mal e ficaremos afastados, talvez para sempre... juntos...

É nesse exato momento que me lembro de uma parte da profecia: “Um de seus pais os atrapalhará, Mas a busca prevalecerá “. Esse é o trecho de agora. Tenho de continuar, mesmo com essa proposta... Mas espere... Afrodite não é mãe de nenhum de nós! Como... Áh, certo... Yanna, filha de Afrodite...


Rapidamente abro a porta e penso: “ A profecia começou antes mesmo da missão.








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NÃO PERCAM, FINALMENTE NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS A SAÍDA DOS MEIO-SANGUES PARA A MISSÃO.





Yatogami
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Re: ~ O chamado do Olimpo ~

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